Suspense, adrenalina e ação. Uma mistura exata capaz de prender o telespectador em frente à “telinha” e provocar fortes emoções. O que aconteceria com o mundo se todas as invenções humanas se voltassem diretamente contra seus próprios criadores? Com uma visão extremamente impactante, o filme revela a possibilidade das pessoas serem ameaçadas pela própria tecnologia – resultado da perda de privacidade.

Os personagens Jerry Shaw (Shia Labeouf) e Rachel Holloman (Michelle Monaghan) vivem intensas provas de fogo durante a trama. Embora inocentes e desconhecidos, os dois são forçados a se unir em um plano terrorista. Caso contrário, Jerry perderia a vida, e Rachel, o filho. Celulares, orelhões e painéis eletrônicos são utilizados para comunicar as ordens a serem obedecidas. A agência de inteligência criada pelo governo seria responsável por todas as confusões, entre elas: o assassinato do presidente dos Estados Unidos.
O enredo destaca a utilização da tecnologia e os seus avanços. O controle absoluto sobre a vida dos protagonistas causa pânico. Percebe-se que o poder tecnológico é estabelecido em um total monitoramento.
È com esta identidade que o filme “Controle Absoluto” atrai milhares admiradores. O que hoje é criado para satisfazer uma necessidade pessoal, ou somente produzir capital, pode se tornar, em pouco tempo, uma grande ameaça para toda a sociedade.
(*) Texto produzido como atividade avaliativa da disciplina de Jornalismo Online e Novas Tecnologias, ministrada pelo professor José Marcos Taveira
2 comentários:
Excelente texto! Isso porque disse que não entendeu o filme, rsrsrs...
Olá, querida. Passando para elogiar o seu blog tão atualizado e com um perfil peculiar. Bjaooo.
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