26 dezembro 2009

Momento de reflexão...

Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Então é Natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, do amor como um todo.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Então é Natal, pro enfermo e pro são.
Pro rico e pro pobre, num só coração.
Então bom Natal, pro branco e pro negro.
Amarelo e vermelho, pra paz afinal.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.

Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez.
E Então é Natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, o amor como um todo.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.

É Natal, É Natal, É Natal.
(Simone)
Composição: Versão: Cláudio Rabello
QUE VOCÊ APROVEITE O FIM DE ANO DE UMA MANEIRA MARAVILHOSA, AO LADO DE TODA FAMÍLIA E AMIGOS. FELIZ 2010!
PAZ, AMOR E SUCESSO!
QUE O PRÓXIMO ANO SEJA REPLETO DE CONQUISTAS PARA TODOS NÓS!

28 novembro 2009

DICA MUSICAL - Olhando pro alvo

Tentaram sim
Matar os meus sonhos
Frustrar os teus planos
Não conseguiram
Me perseguiram, tentando me destruir
Mas eu olhei pro alvo e prossegui

O senhor firmou os meus passos
Sobre uma rocha me fez subir
Me deu força e coragem pra vencer
Me toma em teus braços
A tua voz eu posso ouvir
Eu sinto tua glória e seu poder

A minha fidelidade, a minha obediência
Sempre vai tocar o coração de Deus
A minha santidade, me leva em tua Presença
Eu amo tua casa, eu sou filho teu...

(Regis Danese)

20 novembro 2009

PERIGO: E cadê a solução?

A paralisação de obras municipais causa transtornos aos moradores de Auriflama. As fortes chuvas e a falta de arrecadação contribuem para o surgimento de novas queixas. O aumento de erosões e interdição de vias públicas são responsáveis pela indignação de grande parte da comunidade.

Na segunda-feira, dia 9, percorri alguns pontos críticos do município. Determinados locais oferecem riscos às residências e à população.

“Tenho medo, porque não temos mais rua. Para sair daqui eu preciso passar por cima de uma tábua, senão caio em um buraco. Está perigoso demais, porque a chuva aumenta as erosões e elas podem alcançar a minha casa”, menciona a moradora Maria, de 81 anos, referindo-se à Rua 8, do Bairro Auriflama III. “Graças a Deus conto com amigos para me ajudar. Mas, tenho problemas de saúde, e se eu precisar sair às pressas, como faço?”, lamenta.

A deterioração do asfalto teve início há aproximadamente 8 meses, quando surgiu uma pequena erosão, de pouco mais de 30 centímetros de diâmetro. Atualmente, parte da rua está intransitável, devido à extensão dos estragos e grande profundidade. “Nos últimos três meses a situação se agravou. Ficamos preocupados, porque não temos visto nenhuma ação por parte da Prefeitura”, relata o morador Lucas.

“Nós não aguentamos mais promessas. Queremos solução.
A resposta é sempre a mesma: daqui 15 dias começa”.
(Percival, popular Bigode – Auriflama III)

(*) E os moradores aguardam...

Jornalismo: melhor que seja em benefício do público

Sempre defendi a ideia de que o Jornalismo precisa fazer a diferença. Não adianta apenas noticiar. Ele deve provocar. Mover a opinião pública e emocionar.

Será que é errado pensar assim?

Seria bom que o Jornalismo [EM GERAL] trabalhasse a favor do público. Pensamento totalmente utópico... Eu sei!

Ah! Como eu queria que não existissem linhas iditoriais a serem obedecidas!

Ah! Como eu gostaria que todos os veículos de comunicação exercessem o papel de "fiéis companheiros" do público. Que o dinheiro não falasse mais alto - e a verdade fosse, realmente, dita...

(*) Mais um desabafo...

11 novembro 2009

Repórter fotográfico compartilha experiência com futuros profissionais

Para se destacar no fotojornalismo o profissional necessita ser criativo, atento e ágil. É assim que Alexandre Souza, 38, define sua área de atuação. Durante palestra ministrada aos alunos do 6º Semestre de Jornalismo, no UniToledo, o fotógrafo compartilhou a sua experiência e sugeriu algumas ações para tornar um trabalho reconhecido.

Souza formou-se em Jornalismo em 2004. No entanto, a prática já pertencia ao seu dia a dia desde 1988, quando começou a trabalhar no Jornal A Comarca. “Eu tinha 16 anos quando comecei a entregar jornal. Um ano depois me tiraram daquela função e passei a ajudar nos serviços internos. Foi quando tive a oportunidade de aprender a revelar filmes”, relembra.

As “artimanhas” em se conseguir boas imagens atraíram a atenção de Alexandre. Em 1989, ele decidiu aperfeiçoar os conhecimentos por meio do curso de fotografia.

Com a bagagem adquirida no Jornal A Comarca, durante seis anos, o repórter fotográfico decidiu seguir carreira. Ele trabalhou no Jornal da Cidade, por três anos, Agência Interior, por um ano, e na Folha da Região, por nove anos. “Foi interessante porque acompanhei as mudanças. Antes eram filmes e chapas, agora é tudo digital. Ficou bem melhor”, declara.

Hoje, experiente, o fotógrafo aconselha os futuros profissionais a estarem preparados em todos os momentos. “Eu não tenho vergonha de dizer que quebrei muito a cara durante esses anos. O começo foi difícil, mas nunca pensei em desistir. Fui errando e aprendendo, esse é o segredo: a prática nos ensina. Temos que estar prontos, atentos, e tudo vai acontecendo”, diz.

A editoria que Alexandre Souza mais gosta de cobrir é a policial. No decorrer de sua carreira, várias foram as ocorrências registradas. “A primeira vez que fotografei um acidente fiquei três dias sem comer. Foi difícil, marcou demais”, recorda, citando que durante a operação de resgate da polícia, todos notaram que a vítima teve uma fratura exposta do crânio.

Souza costuma registrar de 20 a 30 fotos, por pauta. Em caso de acidentes, o número aumenta: de 80 a 120. “A imagem tem que fazer a diferença. Não pode ser aquilo que todos estão vendo, é preciso mostrar outros ângulos. A fotografia precisa dizer tudo”, orienta. O profissional já concorreu aos prêmios Esso, Consigo e New Holland, mas não chegou à final.

Para auxiliar na produção do material, ele menciona a necessidade de uma boa comunicação entre repórter e fotógrafo. “A foto e o texto devem se completar. É necessário que a pessoa responsável pela imagem também esteja atenta à entrevista”, enfatiza. “O fotógrafo muitas vezes auxilia na obtenção de dados e informações importantes, como, por exemplo, fotografando a placa de um carro acidentado. Isso ajudará o repórter a produzir a matéria”.

Alexandre Souza defende a ideia de que é preciso se superar a cada desafio. “O profissional tem que ter o desejo de fazer um bom trabalho. É a criatividade dele, a atenção para os detalhes e a sua disposição que determinará o conteúdo a ser apresentado ao jornal que ele trabalha. Se for bem feita, a foto se tornará capa”, finaliza.

(*) Texto produzido para a disciplina de Jornalismo Online e Novas Tecnologias, ministrada por José Marcos Taveira

30 outubro 2009

Mídia digital: o que dizer sobre o futuro do jornalismo?

As ferramentas digitais ganham destaque constantemente na vida das pessoas. As mudanças de hábitos em virtude da atual revolução tecnológica são evidentes. E com o jornalismo não é diferente - é imprescindível que os profissionais e respectivas mídias se ajustem à tendência.

Durante uma visita ao Portal Terra, na manhã desta sexta-feira, 30, li uma matéria interessante. O texto me fez refletir: qual tem sido o comportamento do público diante do avanço das mídias digitais e demais recursos disponibilizados na internet? quais têm sido os procedimentos adotados pelas empresas jornalísticas para atrair a atenção das pessoas? o que dizer sobre o futuro do jornalismo?

Compartilho a matéria com os leitores do Pensamentos, fatos e relatos. Não esqueçam de comentar!

Portal TERRA -
Vagner Magalhães
Direto de São Paulo


Em três dias de debates, o 3º MediaOn, maior fórum de jornalismo online da América Latina, discutiu os caminhos que as empresas de mídia terão a percorrer em tempos de revolução tecnológica e a mudança no papel que o jornalista desempenha frente ao seu público.

Com a crescente participação das pessoas nas chamadas mídias sociais, houve consenso em que mais do que relatar, os jornalistas terão de interagir com o seu público. Um dos mais críticos a esse respeito foi Joshua Benton, jornalista investigativo e diretor do Nieman Journalism Lab, da Universidade de Harvard, para quem os jornalistas terão de perder a sua arrogância e agir como seres humanos. "Os jornalistas online tem de encarar o leitor em primeira pessoa e dizer: 'isto nós sabemos e isto nós não sabemos'".

Outro tema abordado com frequência foi a sobrevivência da mídia em papel como ela é hoje, frente ao avanço das tecnologias digitais. Via de regra, a maioria concordou que haverá mudanças, mas nem todos apostam no seu fim a médio prazo. Porém, acreditam que o modelo de negócio passará por uma reestruturação profunda, sob o risco de sua extinção.

Veja alguns trechos de temas relevantes abordados nos três dias do encontro:

Joshua Benton, jornalista investigativo e diretor do Nieman Journalism Lab, da Universidade de Harvard - "Os jornalistas terão de perder a sua arrogância e agir com seres humanos. A transição vai ser muito difícil para a maioria. Ainda temos muito a escrever, principalmente para investigar casos de corrupção. A internet treinou as pessoas para que elas recebessem as informações de uma forma social. Os repórteres tem de parar de encarar o seu público como um estorvo. Os jornalistas encaram os e-mails de um leitor como algo chato, principalmente quando endereçados ao editor. É hora de a voz institucional desaparecer. Os jornalistas online tem de encarar o leitor em primeira pessoa e dizer: 'isto nós sabemos e isto nós não sabemos'"

Marcos Foglia, gerente de novos meios do Clarín Global - "Estamos disputando o tempo das pessoas. Se elas estão fazendo uma coisa, deixam de fazer outra. Se ela está lendo um e-mail, não está navegando pelo conteúdo. É uma disputa incessante".

Altino Machado, do Blog da Amazônia - "O blog deu dimensão internacional ao meu trabalho. A internet é algo que supera fronteiras. Recebo mensagens de todas as partes do mundo. E pensar que já transmiti matérias por telex, como a da morte de Chico Mendes, em Xapuri, no ano de 1989".

Danilo Gentili, integrante do CQC - "A graça do Twitter é eu mesmo me comunicando com quem está me lendo. A partir do momento que eu ficar moderando o que está acontecendo, não serei eu verdadeiro. Eu sou uma pessoa como vocês".

Camila Menezes, coordenadora de imagem do técnico Mano Menezes - "Hoje, o Twitter do Mano é uma referência entre os jornalistas e acompanhado de perto por eles. Tenho arquivado mais de 40 matérias geradas a partir desse meio de comunicação. Ele tem mais de 1,1 milhão de seguidores na ferramenta. Meu pai não é um comunicador, mas o Twitter dele virou uma febre".

Nathalie Malinarich, editora executiva da BBC News online - "É preciso fazer um material voltado para todas as plataformas, como TV, rádio e celulares, entre outros. Nós não temos apenas os vídeos da TV. Nós criamos muito material especialmente para o site. O público tem privilegiado nosso trabalho por conta desse tipo de recurso."

Antonio Guerreiro, diretor de conteúdo do R7.com - "Eu me divertia muito quando via as definições que davam para o R7 antes de ele ir ao ar. Falavam que vínhamos para concorrer com a Globo, com o G1. Vamos concorrer com todos. A internet estimula a infidelidade e vamos brigar por esse mercado".

Pedro Doria, editor-chefe de conteúdos digitais do Grupo Estado - "O jornalismo nasceu para servir uma comunidade e alimentar ela de informação. A Internet foi feita para jornalismo, ainda que não profissional. A informação bem apurada continua sendo absolutamente necessária para que o mundo continue coeso."

Fabiana Zanni, diretora de mídias digitais da editora Abril - "Transcrever a revista para os sites não é adequado, temos de agregar conteúdo. Acreditamos que a Abril vai se fortalecer no conceito de 360 graus. No final, isso vai nos levar a uma posição de liderança e a galgar posições melhores no mercado de internet nos próximos anos".

Pierre Haski, editor chefe do site Rue.89.com - "O jornalismo passa por uma crise moral e buscamos saída para essa crise. A falta de confiança dos leitores pode ser reconstituída na internet. A conversa com eles pode melhorar isso. Nós tivemos muita sorte de ser o primeiro jornal eletrônico diário a ser publicado dessa forma e com esse tipo de pensamento na França".

Fernando Madeira, presidente do Terra América Latina - "Leva um tempo se construir uma marca. A internet ajuda a construir e destruir isso. Nós que nascemos e crescemos digitais, temos pouco apego às nossas marcas".

Silvio Meira, professor de engenharia de software da Universidade Federal de Pernambuco - "Os jornais perceberam que precisam se adaptar de alguma maneira. Não dá mais para ficar disponibilizando conteúdo apenas no papel. As empresas tem de criar o seu DNA de adaptabilidade. Muita gente está tentando fazer coisas diferente".

André Mermelstein, diretor editorial da Converge Comunicações e responsável pela revista Tela Viva - "Banda larga (celular e internet), estão surgindo todas as novas modalidades de consumo. Esse é o futuro que teremos a curto e médio prazo".

Júlio Gomes, editor do site ESPN.com.br - "O Twitter é a nossa terceira fonte de audiência. O torcedor quer ver o jogo na TV, rever os gols na internet. Não acho que tudo vai acabar e vai sobrar só internet, mas é preciso integrar as plataformas".

Luiz Fernando Gomes, editor-chefe do diário esportivo Lance! - "O jornal terá de ser de 'amanhã' e não de 'ontem'. Ele tem de prever e analisar o que vai acontecer. Sobreviverão as empresas de comunicação que souberem se adaptar ao que o público quer, não o que a gente acha que ele quer".

José Henrique Mariante, editor do caderno de esporte da Folha de S.Paulo - "O jornalismo online é feito de colagem de outras plataformas que existem. Já é um problema na internet distinguir o que é importante ou não. É mais importante dar uma informação mais nova ou dar a informação antiga melhor?".

José Roberto Toledo, jornalista especializado em política e jornalismo de precisão - "Entre as dicas que eu posso dar está uma apuração precisa. O conceito de publicar antes não vale mais. O que interessa hoje é dar a melhor informação. Apurem bem, procurem as informações mais contextualizadas, com mais de uma fonte. A checagem ganhou mais importância nos dias de hoje".

Tiago Dória, jornalista e editor de blog sobre cultura, web, tecnologia e mídia hospedado no IG - "É preciso dominar os conceitos e não as ferramentas. Elas são um meio para ir a algum lugar. Hoje é o Twitter, amanhã é outra ferramenta. As ferramentas vão e voltam e os conceitos ficam".

06 outubro 2009

Liberdade de expressão em xeque

É comum discutir-se sobre a existência da “liberdade de expressão”. Na mídia, questiona-se com frequência os limites deste “direito”: quais as vantagens e desvantagens de tornar público um pensamento? Até que ponto considera-se positivo argumentar a favor de uma causa que defende?

Para quem busca um espaço destinado à produção textual livre, uma das ferramentas mais utilizadas atualmente é o blog. Livre de linhas editoriais e “superficialmente” distante de fiscalização, a internet oportuniza aos críticos a possibilidade de publicar seus pontos de vista.

Recentemente, o publicitário Raphael Quatrocci postou no blog “Resenha em 6” uma análise sobre o Boteco São Bento, localizado no bairro Vila Madalena em São Paulo. Com abordagem crítica, o post causou grande repercussão. Ofendido, Jonas Steinmayer, um dos proprietários do blog, deixou um comentário com característica “ameaçadora”. O fato foi levado à Justiça e o blog obrigado a retirar a resenha do ar.

A decisão judicial torna-se clara a utopia existente no termo “liberdade de expressão”. Citar nomes de estabelecimentos pode ser considerada uma atitude um tanto quanto ousada, mas ainda sim compreensível, já que o autor demonstrava a insatisfação com o atendimento que recebeu. Coagir o blogueiro a excluir o post não seria uma posição correta. Tal acontecimento descaracteriza a ferramenta, já que a maior peculiaridade do blog é justamente a liberdade que ele oferece.

Aceitar as críticas e utilizá-las como subsídios para a melhora é uma atitude sábia. Muito ganharia o autor da resenha, dono do bar e consumidores se o comentário de Jonas Steinmayer transmitisse uma mensagem de otimismo, profissionalismo e seriedade. Grande seria o avanço se ele utilizasse a frase: “Agradecemos as críticas. Medidas estão sendo tomadas para repararmos estes transtornos”, ao invés de “estamos tomando as devidas providências em relação a esse blog”.

(*) Texto produzido como atividade avaliativa da disciplina de Jornalismo Online e Novas Tecnologias, ministrada pelo professor José Marcos Taveira.

03 outubro 2009

Marcelo Tas no UniToledo: um sucesso!

Os alunos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Sistemas de Informação, Ciências Contábeis e Design de Interiores do Centro Universitário Toledo participaram de uma rica palestra com Marcelo Tas, no auditório da instituição, na sexta-feira, dia 2.

Dinâmico e humilde, o apresentador do Programa CQC, da Band, falou sobre a importância da criatividade na era digital.

Antes da palestra, tive a oportunidade de participar da coletiva, representando a TV Toledo. Logo em seguida Tas concedeu uma entrevista exclusiva à TV da instituição.

Sem dúvidas, a intelectualidade de Marcelo Tas contribuiu, e muito, com a nossa formação acadêmica e profissional.

Foi muito bom!

Parabéns, Marcelo Tas! Parabéns, UniToledo!

Acompanhe as fotos:


Na coletiva


Exclusiva para a TV Toledo


Equipe da TV Toledo com Marcelo Tas


No auditório, durante a palestra

Para completar minha alegria, vejo que o Marcelo Tas respondeu o meu recado no Twitter!

OBRIGADA, MARCELO TAS!


29 setembro 2009

Criatividade gera diversão e renda

Aliar a habilidade a algo que despertasse o interesse e curiosidade dos internautas. Foi com essa visão que o araçatubense Igor de Sousa Pucci, 25, destacou-se no mundo virtual. Autor do blog “Pérolas do Orkut”, o jovem mantém em média 30 mil acessos diários. A principal característica da página, criada há 2 anos, é retratar fatos bizarros que circulam na rede.

Com experiência em desenvolvimento de sites, Pucci teve a ideia de inovar o cenário virtual por meio da criação de um espaço interativo e dinâmico. Em vinte dias, o blog já havia recebido 10 mil acessos. Atualmente, o jovem é reconhecido como um dos principais blogueiros do país.

Embora a página tenha sido criada sem interesses financeiros, em pouco tempo a criatividade de Igor gerou bons frutos. Durante entrevista coletiva com os alunos do 6º Semestre de Jornalismo do UniToledo, o administrador revelou que até dezembro do ano passado ele recebia aproximadamente R$ 8 mil mensais, que eram repassados por meio de anunciantes. Em virtude da crise o valor foi reduzido em cerca de 60%, mas continua suprindo suas necessidades pessoais.

“Trabalho sozinho. Eu mesmo posto, leio e aceito os comentários. Gosto de me dedicar exclusivamente a isso. É o que gosto de fazer”, menciona. "Muitos internautas me ajudam enviando fotos por e-mail, mas também procuro em comunidades".

As atualizações ocorrem constantemente. Segundo Pucci, são postadas quatro fotos por dia e cada uma delas recebe cerca de 70 comentários. Dentre os visitantes, destacam-se internautas residentes no Japão, Portugal, Estados Unidos e de todo o Brasil, principalmente da região sudeste.

“Já soube de famosos que visitaram o Pérolas do Orkut, como Marcos Mion e Bruna Surfistinha”, ressalta.

Formado em Ciências da Computação, especialista em Economia e pós-graduando em Propaganda e Marketing, Pucci se identificou com a atividade e criou mais dois sites: um destinado à publicação de imagens e o outro com frases e pensamentos. Para conhecer os trabalhos que são desenvolvidos por Igor Pucci, acessem: www.perolasdoorkut.com.br , www.webrecados.com e www.webfrases.com.

(*) Texto produzido como atividade avaliativa da disciplina de Jornalismo Online e Novas Tecnologias, ministrada por José Marcos Taveira.

08 setembro 2009

Controle Absoluto: pânico e reflexão

Os avanços tecnológicos são evidentes. A cada dia, a sociedade se depara com uma nova invenção. Na busca pela comodidade, poder ou até mesmo “caprichos” supérfluos, são lançados no mercado várias inovações. Mas, até que ponto estas novidades são favoráveis ao desenvolvimento das pessoas? O filme “Controle Absoluto”, lançado em 2008, dirigido por D.J Caruso, possibilita uma importante reflexão acerca do assunto.

Suspense, adrenalina e ação. Uma mistura exata capaz de prender o telespectador em frente à “telinha” e provocar fortes emoções. O que aconteceria com o mundo se todas as invenções humanas se voltassem diretamente contra seus próprios criadores? Com uma visão extremamente impactante, o filme revela a possibilidade das pessoas serem ameaçadas pela própria tecnologia – resultado da perda de privacidade.

Os personagens Jerry Shaw (Shia Labeouf) e Rachel Holloman (Michelle Monaghan) vivem intensas provas de fogo durante a trama. Embora inocentes e desconhecidos, os dois são forçados a se unir em um plano terrorista. Caso contrário, Jerry perderia a vida, e Rachel, o filho. Celulares, orelhões e painéis eletrônicos são utilizados para comunicar as ordens a serem obedecidas. A agência de inteligência criada pelo governo seria responsável por todas as confusões, entre elas: o assassinato do presidente dos Estados Unidos.

O enredo destaca a utilização da tecnologia e os seus avanços. O controle absoluto sobre a vida dos protagonistas causa pânico. Percebe-se que o poder tecnológico é estabelecido em um total monitoramento.

È com esta identidade que o filme “Controle Absoluto” atrai milhares admiradores. O que hoje é criado para satisfazer uma necessidade pessoal, ou somente produzir capital, pode se tornar, em pouco tempo, uma grande ameaça para toda a sociedade.

(*) Texto produzido como atividade avaliativa da disciplina de Jornalismo Online e Novas Tecnologias, ministrada pelo professor José Marcos Taveira

02 setembro 2009

Vídeos ajudam universitária vencer a timidez

Com o surgimento da web 2.0, a transmissão de conteúdo torna-se, a cada dia, mais acelerada. Com poucos cliques, já é possível compartilhar informações com todo o mundo. Há 2 anos, o site do “Youtube” revelou a araçatubense Lúcia Pastorello, estudante do 8º Semestre de Direito do Unitoledo.

A possibilidade de publicar vídeos incentivou a jovem, de 21 anos, a mostrar ao mundo o que ela realmente é. Sem intenção de lucrar, Lúcia usou a criatividade na produção de materiais audiovisuais e conquistou fãs no Brasil e exterior.

Em entrevista aos alunos do 6º Semestre de Jornalismo, na última terça-feira, dia 1, no laboratório 6 do Unitoledo, Lúcia Pastorello mencionou que suas criações são postadas semanalmente. “Na maioria das vezes, as gravações acontecem quando estou triste, entediada.Gosto de me inspirar na cultura celta, filmes e ideias de amigos”, explica.

Foram publicados mais de 151 vídeos, todos com características curiosas. A timidez, que antes significava uma barreira em sua vida, passou a ser uma ponte para o sucesso. Do anonimato, Lúcia se tornou uma grande artista da web 2.0. “Posto o que eu sou longe das pessoas”, menciona Lúcia.

Nos vídeos, a universitária se destaca com imitações, danças e utilização de instrumentos musicais. O estilo peculiar de suas criações surpreende os amigos, já que, no dia-a-dia, Lúcia demonstra-se categoricamente introvertida. Dentre as produções, a mais popular é a imitação que a jovem faz do personagem Pikatchu, do desenho Pokémon. O vídeo já recebeu 213.296 visitas.

Lúcia menciona que mais de 490 pessoas estão cadastradas em sua conta e, muitas delas, residem nos Estados Unidos. “Os internautas acompanham, com frequência, os materiais que são produzidos. Já fiz vários amigos na internet, aliás, tenho mais amigos virtuais do que ao meu lado”, revela.

Para ela, as gravações servem como terapia nos momentos difíceis. Além de atender a uma necessidade pessoal, a acadêmica também possibilita aos internautas conhecerem um novo modelo de vida. “Gosto de passar uma mensagem de ânimo às pessoas, como: aproveite o seu dia, faça coisas que você ainda não fez, não tenha vergonha”.

Para divulgar os trabalhos, a artista utiliza o Twitter. “É uma ótima oportunidade de informar meus amigos que um novo vídeo já está disponível”, compartilha.

Vencendo a timidez, Lúcia Pastorello aceitou mais um desafio. Durante o encontro com os estudantes de jornalismo, a jovem interpretou as canções It’s Five O’Clock (Aphrodite’s Child), Mr Postman (The Carpenters) e All on star (Cássia Eller), acompanhada de um violão.

Para ter acesso aos vídeos de Lúcia Pastorello, basta digitar: http://www.youtube.com/lucirello.

(*) Texto produzido para a disciplina de Jornalismo Online e Novas Tecnologias, ministrada pelo professor José Marcos Taveira.


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22 agosto 2009

Semana Estado e grandes surpresas

A proposta era participar de uma semana de orientações e aprendizado. E assim foi.

Durante os cinco dias de visita à capital, conheci profissionais renomados de diferentes mídias e também a estrutura de grandes jornais, rádios e TV.

Uma experiência marcante e enriquecedora...

Tudo começou na segunda-feira (10), às 4h. Eu e a Tamyris entramos em um TÁXI (sim, táxi!), com destino a São Paulo. Foram 7 horas de viagem.

(Explicando: O taxista era o dono da casa onde ficamos hospedadas – Cunhado da minha patroa. Ele e a esposa estavam em Auriflama e aproveitamos a carona, rs)

Chegamos animadas e com todas as energias concentradas para a Semana Estado de Jornalismo, que aconteceria de 10 a 13 de agosto. O evento é realizado anualmente pelo jornal O Estado de S. Paulo.

O auditório estava cheio. Apaixonados pelo jornalismo compartilharam experiências. Muitos estudantes estiveram atentos a todas as informações transmitidas pelos profissionais. Faculdades de outros estados também marcaram presença, como: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Alagoas e Bahia.

A abertura da Semana Estado contou com o tema “Economia ecológica e sustentabilidade”, palestra ministrada pelo economista Hugo Penteado; Os jornalistas Pedro Dória (Portal Estadão), Filomena Saleme (Rádio Eldorado) e Renato Lombardi (TV Record) comentaram sobre a Carreira Profissional; o articulista do Estadão e representante da Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra Carlos Alberto Di Franco abordou sobre “Jornalismo, ética e qualidade”; e no último dia do evento, o editor-chefe do Estadão, Marcelo Beraba, falou sobre “Jornalismo investigativo e qualidade da apuração”.

Também aproveitei a oportunidade para conhecer minha amiga blogueira Anna Carolina Neto, que trabalha na gráfica do Estadão.

Nos intervalos da programação da Semana Estado de Jornalismo, eu e minha amiga-irmã Tamyris Araujo visitamos alguns dos principais veículos de comunicação de São Paulo.

Próximo ao Terminal Barra Funda está instalado o prédio da RECORD. Na terça-feira, depois de assistir à palestra do Estadão, decidimos passar pela emissora.

Detalhe: Quem me conhece sabe que sou apaixonada pelo telejornalismo. Já fiquei "louca" só de pensar na possibilidade de conhecer a Record.

Depois de muito insistir, os seguranças não nos deixaram entrar. Era preciso agendar. Tentamos. Mas... não era tão simples assim.

Enquanto a Tamyris falava com o pessoal da Record (ligando do orelhão), um moço passou com o crachá da emissora. Não consegui me controlar, pois os ‘nervos’ já estavam exaltados. Chamei-o. Expliquei a situação. E ele me disse: “Ah, moça. Eu te entendo. Mas, sou apenas estagiário. Não mando nada aqui. Mas, se quiser um conselho: fica ali na frente, vai tentando, pode ser que alguém lá dentro abra uma exceção e mostre a Record pra vocês”.

Guardei aquele conselho. E voltamos na portaria da Record.

Insistimos mais algumas vezes e, de repente, Ana Paula Padrão e Celso Freitas, apresentadores do Jornal da Record, saem para fumar. (Que vontade de dar um beijo na testa do Serra – Santa Lei Antifumo! rs). E claro, não faltaria uma foto!

O segurança disse que, enquanto tirávamos foto com os jornalistas, a Ana Hickman passou atrás de nós, rs.

Depois, fomos para o outro lado da Record - no portão de saída dos carros.

Continuei parando todos que saíam e pedindo uma oportunidade para conhecer a emissora. Até que deu certo, rs.

Conheci o operador de áudio da Rádio Record, Cícero Lima. Expliquei a situação e ele me disse: “Eu te entendo e queria muito te ajudar. Mas, eu não posso fazer nada, sou somente empregado”. Aí insisti: “Mas não tem alguém que você conhece e que poderia me autorizar entrar? Quero muito conhecer....”

Ele me falou sobre Anderson França, diretor de Jornalismo da Rádio Record. Não pensei duas vezes e entreguei meu celular para que ele entrasse em contato com o Anderson.

E feito! O Anderson autorizou.

Quando chegamos à recepção, a porta já estava fechada. Mas, não perdemos a oportunidade. Voltamos no dia seguinte.

Ficamos encantadas com as estruturas da Rádio e TV. O Anderson e toda equipe nos recebeu com muita atenção.

Conhecemos a Rádio Record, alguns estúdios da Record News e ainda acompanhamos parte da gravação do Programa Tudo é Possível. Foi uma experiência muito bacana!

A cantora Kelly Key, o comediante Shaolin (interpretando a Xoelma), o comentarista esportivo Juarez Soares e a Fátima Turci (apresentadora do Programa Economia e Negócios, da Record News) foram algumas das personalidades que conhecemos.

Ainda durante a nossa viagem, visitamos a Jovem Pan AM, Jovem Pan FM e JP Online. Como a Rádio Nova Difusora de Auriflama (emissora a qual trabalho) é afiliada à rede, tudo foi muito fácil.

Conhecemos a equipe responsável pelo Jornalismo, os estúdios (inclusive onde acontece o famoso Pânico) e toda estrutura.

Ainda durante a semana, fomos até a Faculdade Cásper Líbero, referência nacional no ensino do Jornalismo. Não conseguimos entrar, mas tivemos uma ideia do tamanho da instituição.

Outro destaque da viagem foi a nossa ida a Diadema, cidade onde morei até meus 9 anos de idade. Tive a oportunidade de voltar à escola onde estudei e rever alguns professores. Muito bom!

Encerramos a semana com uma visita no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo. O educador Luciano Ruas nos contou a história do local e explicou as obras de arte que decoram o prédio.

Shopping, Mc Donalds, 25 de março e Brás foram mais alguns detalhes... rs

Na sexta-feira, à noite, voltamos para Auriflama...

OBS: É impossível contar tudo o que aconteceu na última semana – muuuuita coisa boa!
Mas, acredito que consegui transmitir, por meio deste post, a minha alegria em fazer o que amo: Jornalismo.

Agradeço muito à família que esteve conosco durante esse período: Manoel, Cleuza, Poliana, Dudu e Michel.

Obrigada por todo o apoio, atenção e colaboração!



Na Rádio Eldorado



Estúdio da Record News


Na Record :)



Na Rádio Record



Na Redação do Estadão



Com o jornalista do Estadão, Francisco Ornellas




Com Carlos Alberto Di Franco



Na gráfica do Estadão, com minha amiga blogueira Anna Neto



Sensacional!



Próximo ao auditório do Estadão



O Estado de S. Paulo... Demais!



O tempo passa...



Na entrada do prédio



Grupo Estado...



Com o diretor da Jovem Pan, Khalil



Jovem Pan



No estúdio onde acontece o Pânico



Com Juarez Soares e o diretor de jornalismo da Rádio Record, Anderson França



Com a 'Xoelma'



Com Kelly Key



Com Fátima Turci, da Record News



Com Celso Freitas e Ana Paula Padrão



Família abençoada!

26 julho 2009

Antes e depois: conheça a Nova Difusora e o Jornal Tribuna Regional

Conforme prometi no post "Em novo endereço"...

Confira os vídeos!

Prédio ANTIGO:

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Prédio NOVO:

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20 julho 2009

De coração...

Dedico este vídeo a alguém muito especial:

"Porque você é impossível de esquecer"...

19 julho 2009

Em novo endereço!

Demorei, mas voltei. E com novidades!

Blog sem atualizar, e-mails lidos e respondidos de maneira rápida, orkut e twitter esquecidos... Peço desculpas a todos os internautas e, principalmente, aos visitantes do Pensamentos, fatos e relatos!

O meu sumiço tem uma explicação: muita correria e vários compromissos marcam o mês de julho. Realidade contraditória, já que estou de férias da faculdade. Mas, vamos “tocando o barco”.

Além das atividades que desenvolvo na Rádio Nova Difusora (Radialista e operadora de rádio), no Jornal Tribuna Regional (coleta de informações, redação, revisão, fotografias e atualização do site) e Jornal da Cidade (coleta de informações, redação, revisão e fotografias), também tive outras tarefas nos últimos dias. Os meus seguidores do Twitter já sabem do que se trata.

A Nova Difusora e o Jornal Tribuna Regional estão em novo endereço. Organizar o arquivo do jornal, levar os equipamentos da rádio e arrumar toda a bagunça foram grandes aventuras, que renderam muito cansaço e desgaste. Mas, a equipe esteve unida e tudo deu certo.

Os veículos de comunicação ganharam um prédio bonito, amplo e moderno, com equipamentos de qualidade e alta tecnologia.

A sala onde eu e a Tamyris produzimos o material do Tribuna Regional ganhou uma nova cara. Agora sim, parece uma Redação (o prédio antigo não oferecia a estrutura necessária).

Os investimentos para a rádio foram grandes. Novos aparelhos foram adquiridos e a melhora é evidente. Há alguns meses a emissora também trocou o transmissor e todo o sistema irradiante (torre, radiais e unidade de sintonia), garantindo mais qualidade na transmissão.

A reinauguração da Nova Difusora e do Tribuna Regional aconteceu em grande estilo. Na quarta-feira, dia 8, o show sertanejo de Pedro Bento e Zé da Estrada animou toda a galera. Na quinta-feira, dia 9, a cantora gospel Pérsida Auaide proporcionou uma noite de muita alegria. Os shows ocorreram na Praça Benetoli, com o apoio da Prefeitura e Câmara Municipal.
A família Nova Difusora e Jornal Tribuna Regional é formada por Lucas Araujo, Juliane Araujo, Tamyris Araujo, Paulo Roberto, Welington Sales, Angélica Neri, Norelei Franzin e Natanael Rodrigues.

Confira algumas fotos:


Organizando o arquivo do TR



Tirando fios da mesa de som - computador


Muita bagunça!


Nova Redação do TR


Arquivo organizado no novo prédio


Trabalhando no novo estúdio


Apresentando o "Bom Dia Cidade"


Sintonize AM 1.550 KHz


Novas instalações do Tribuna Regional e Nova Difusora


Alguns detalhes ainda precisam ser acertados. Logo que tudo estiver em ordem vou postar dois vídeos. Antes de mudar, filmei o prédio antigo. Agora vou filmar as novas instalações. Você irá conferir em breve aqui no Pensamentos, fatos e relatos. Abraço.

04 julho 2009

Comente...

Advogado agride três jornalistas e diz que a classe não possui “sequer diploma”

Da Redação do Comunique-se

O advogado Francisco Rogério Del Corsi, que faz a defesa de Camila Dolabella, acusada pela morte de Aline Silveira Soares em um ritual envolvendo um jogo de RPG, ocorrido há oito anos, agrediu três jornalistas do jornais Estado de Minas, O Tempo e de uma emissora de TV de Ouro Preto.

As agressões ocorreram em dois dias. Na chegada ao Fórum de Ouro Preto, na última quarta-feira (01/07), Del Corsi quase atropelou uma repórter. Na discussão o advogado chamou os jornalistas de “vagabundos” e “despreparados”. “Vocês sequer têm diploma”, disse Del Corsi, se referindo ao fim da exigência de curso superior de jornalismo para o exercício da profissão.

Na quinta-feira (02/07), na porta do Fórum, o advogado deu um soco no fotógrafo do Estado de Minas, Emmanuel Pinheiro. O soco acertou a máquina do jornalista, que bateu em seu rosto. Del Corsi ainda fez uma ameaça: “Depois, encontro com o senhor na hora que o senhor quiser”. Após ameaçar Emmanuel, o advogado xingou o fotógrafo do jornal O Tempo, Bruno Figueiredo.“E você é um F.D.P”, disse Del Corsi apontando para o fotográfo.

Os três jornalistas registraram um boletim de ocorrência contra o advogado. Os profissionais também pretendem protocolar uma reclamação formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Minas Gerais.

Os jornalistas acreditam que as confusões provocadas por Del Corsi não passam de uma estratégia dele para adiar o júri.

Com informações da Band e do portal UAI, do jornal Estado de Minas.

25 junho 2009

Será que conseguimos virar o jogo?

Colaboração do futuro jornalista Ivan Ambrósio.

Quarenta senadores já assinaram PEC que prevê exigência de diploma para jornalistas

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil


Brasília - O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) já conseguiu coletar 40 assinaturas de apoio à apresentação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que exige diploma de curso superior de Comunicação Social para o exercício da profissão de jornalista. Para a apresentação da PEC são necessárias 27 assinaturas.

Segundo a proposta, o exercício da profissão de jornalista será privativo de portador de diploma de curso superior de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação. Além disso, acrescenta um parágrafo único, que torna facultativa a exigência do diploma para colaboradores.

Consultado pela Agência Brasil, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Maurício Corrêa afirmou “ser possível tornar obrigatória a exigência do diploma por meio de emenda constitucional”. Mas Corrêa chamou a atenção para o risco de a iniciativa ser interpretada como repreensão à decisão do STF, na semana passada, que dispensou o diploma para o exercício profissional de jornalista.

O senador Antonio Carlos Valadares solicitará também que o Senado realize audiências públicas na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJ), com representantes de associações e federações de jornalistas e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de estudantes e jornalistas. Segundo ele, o objetivo dessas audiências será o de aperfeiçoar o texto da PEC.

21 junho 2009

Diploma: um sonho ferido

Quarta-feira, 17 de junho de 2009. Às 19h09. Meu celular apita. É um torpedo SMS. Leio na tela do aparelho: “Mensagem enviada por Clemerson”. O conteúdo diz: “Perdemos”.

Logo vem à mente: diploma.
O coração dispara. É difícil acreditar.

No mesmo instante, lembrei do artigo que produzi na aula de Técnicas de Redação III, ministrada pela professora Ayne Salviano. O terceiro parágrafo dizia: “Caso o STF decida pelo fim da exigência do diploma, o jornalismo estará condenado a uma ‘progressiva decadência’. O reconhecimento atribuído à profissão estará friamente ferido, sem direito a tentativas de ‘cura’.

E aconteceu. Todos nós perdemos. Os jornalistas formados e os estudantes de jornalismo perderam. Agora, a sociedade inteira também perde. Difícil controlar a tristeza. Impossível conter as lágrimas.

O fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo repercutiu, com grande intensidade, nos últimos dias. Veículos de comunicação e internautas estiveram atentos a todos os detalhes. Companheiros da faculdade demonstraram indignação e revolta em blogs, orkut e MSNs.

Sabemos que esta abertura para a prática da profissão poderá provocar um grande desastre no cenário nacional. Os oportunistas – que agora têm direito de se apresentar como jornalistas – terão ainda mais espaço para atuar, mesmo sem nenhum conhecimento sobre ética e conduta responsável.

Muitas pessoas se perguntam: “E agora, vale a pena continuar?”. Envergonho-me em dizer que eu fui uma delas. Eu pensei em jogar fora meus 2 anos e meio de curso. Eu pensei em desistir.

Chorando, eu pensava: “Não é justo gastar tanto em uma profissão que não é valorizada. Viajar todos os dias para cursar Jornalismo? Isto é loucura. Passar noites sem dormir para estudar e fazer trabalhos, para que?”.

As respostas vieram depois, frutos de muita reflexão.

Além do tempo e dinheiro, vários são os instrumentos que precisamos para concluirmos o Ensino Superior: muita leitura, exercício do senso crítico, conhecimento ético, bagagem teórica, familiarização com as técnicas, etc. Um fardo pesado que hoje carregamos, mas que, no futuro, será o diferencial.

Quando decidi cursar Jornalismo, não pensei no retorno financeiro que ele me proporcionaria, nem na grande quantidade de vagas que seriam disponibilizadas no mercado de trabalho. Aliás, isso seria mera utopia.

Optei pelo Jornalismo porque é uma profissão que me fascina. Gosto e admiro o trabalho que é desenvolvido pelos veículos de comunicação. Acredito na importância do Jornalismo para o desenvolvimento social. E não é a decisão do Supremo que irá me afastar de um sonho que estou prestes a conquistar.

Muitas empresas sérias já se posicionaram a favor do diploma e irão admitir apenas jornalistas que passaram pelos bancos acadêmicos.

Agora, mais do que nunca, devo valorizar a minha formação. O STF conseguiu ferir o meu sonho, mas não conseguiu matá-lo.

Amigos, não desistam. O Jornalismo precisa de nós!

Confira a reportagem da Agência Radioweb sobre o fim da obrigatoriedade do diploma:

13 junho 2009

As riquezas do Jornalismo

Quando iniciei meus estudos no Ensino Superior, em 2007, a visão que eu tinha do Jornalismo era muito superficial. Acredito que as dúvidas dos meus companheiros de turma também eram muitas. Naquele momento, tornou-se imprescindível saber o que realmente seria o Jornalismo, os fatores positivos e negativos. A partir dos novos conhecimentos adquiridos, todos estariam aptos a tomar uma decisão: prosseguir ou desistir.

Lembro-me que as primeiras orientações refletiram em torno do “papel” que exerce o jornalista. Não só as suas funções enquanto profissional, mas a importância dele para a sociedade. O impacto - positivo ou negativo - que ele é capaz de causar. O “peso” que tem o seu trabalho.

Também foram citadas às más remunerações que recebem estes comunicadores, o perigo que muitos enfrentam diariamente ao realizar uma cobertura, o estresse por viver em uma constante contagem regressiva, a fria pressão, enfim, o “preço” que milhões de profissionais - espalhados em todo o mundo - pagam por querer ser JORNALISTA.

Acredito que essas informações assustaram aqueles que escolheram o curso pelo “status” que “aparentemente” o Jornalismo proporciona. Afinal, antes de conhecer os pontos negativos da profissão, parecia tudo muito lindo. Tudo perfeito.

E muitos logo desistiram da caminhada...

No entanto, o mesmo Jornalismo que assusta também tem o poder de cativar. A angústia pode ser transformada em paixão. Basta se esforçar, basta buscar. Basta sonhar com um mundo melhor e agir para que isto aconteça.

Deve-se colocar em mente que a maior riqueza do jornalismo não está ligada à economia. A satisfação do jornalista se refere à contribuição social. Por meio do seu trabalho, algo novo, e benéfico, pode acontecer. É possível romper barreiras. É possível alcançar uma outra realidade.

No domingo, dia 31/05, assisti, no Fantástico, a reportagem Meninas do Brasil. Acredito que todos os telespectadores ficaram indignados com o que viram: uma mulher negociando a venda da própria filha, de 17 anos, por quatro cervejas e R$ 500,00. As gravações foram feitas com uma câmera escondida, na cidade de Portel (PA).

O repórter teve uma atitude ousada quando decidiu simular a compra. Mas, digna de reconhecimento.

Ele mostrou interesse em “comprar” a menor, dialogou com a mãe, ofertou, e conseguiu registrar a facilidade com que a prostituição acontece naquela região.

Graças ao bom trabalho jornalístico, as providências foram tomadas dois dias depois. Edina dos Santos Balieiro foi presa pela Polícia do Pará e, de acordo com a lei brasileira, ela pode pegar até 14 anos de prisão por exploração sexual e venda da filha.


Agora, imagine quantas jovens serão poupadas depois da veiculação dessa reportagem...

* A maior riqueza que o jornalista pode receber não é o dinheiro – até mesmo porque a profissão não valoriza tanto este aspecto. A maior riqueza do jornalista é aquela sensação de que “valeu a pena”!

ACOMPANHE O DIÁLOGO DO REPÓRTER E A MÃE DA MENOR (Fonte: G1):

Repórter - “Quer alguma coisa aí?”
Mãe - “Deixa quatro cervejas aí pra mim beber..”
Repórter - “Quantas?”
Mãe - “Quatro.”

A menina acompanha tudo de perto sem interferir.

“Você acha que eu vou dar minha filha por R$ 10, é ?”, diz a mãe, pegando os R$ 10 da mão do suposto cliente. “É louco, é ?”, diz ela enquanto amassa o dinheiro com a mão e guarda.

Apesar do que diz, a mãe fica, sim, com o dinheiro para comprar as cervejas. E a menina chega a entrar num táxi. O repórter revela então que não vai haver programa. E a jovem é levada de volta pra casa.

No dia seguinte, a reportagem voltou ao bar e simulou interesse não apenas em um programa mas em comprar a jovem. O repórter deixa claras suas supostas intenções: levar a moça, e fazer com ela o que quiser.

Antes do acerto, a mãe faz uma única exigência: “Pode viajar. Pode ir. Ela... só quero um número de telefone pra ligar. Ela me ligar.”

No dia seguinte, Edina fala qual é o preço para entregar a filha:

Repórter - “Aquela nossa conversa tá de pé, não tá?”
Mãe - “Tá.”
Repórter - “A senhora falou pra ela e ela falou o que?”
Mãe - “Eu tenho coragem de ir, mamãe.”
Repórter - “Ela tem coragem?”
Mãe - “Tem. Chega lá, fala: ‘Vim te buscar pra gente viajar.’”
Repórter - “Mas quanto? quinhentos, mil, duzentos?
Mãe - “Ah, não sei... cê que sabe.”
Repórter - “R$ 500?”
Mãe - “Talvez , né? Tou ouvindo ... cê que sabe.”

Na hora de fechar a negociação da compra da jovem, Edina define o preço da filha:

Repórter - “A senhora acha que quanto fica bom pra senhora?”
Mãe - “Aquilo que cê tinha me falado da outra vez.”
Repórter - “Quanto?”
Mãe - “O que cê me falou tá bom.”
Repórter - “Quanto? R$ 500?”
Mãe - “R$ 500 tá bom pra mim.”
Repórter - “R$ 500, né?”
Mãe - “É.”

A reportagem não chega a concretizar o negócio e diz a Edina que voltaria com o pagamento depois.

12 junho 2009

Os avanços do jornalismo e o surgimento da Web 2.0

Aliar o Jornalismo à internet é oferecer aos leitores agilidade na transmissão das informações. Não é mais preciso aguardar os detalhes coletados por profissionais da TV ou do Rádio, e muito menos as notícias do jornal impresso do dia seguinte. Em poucos minutos, com um clique, já é possível conhecer tudo o que acontece no mundo.

O Jornalismo on-line surgiu em 1995 com a proposta de inovar o cenário jornalístico e oferecer mais um campo de atuação aos profissionais da área. E a ideia “pegou”. Não é por acaso que os portais de notícias recebem milhões de visitas a todo momento.

O resultado desse interesse é comprovado com o surgimento da Web 2.0. O internauta, além de leitor, tornou-se participante dessa esfera informativa. Os portais abriram espaço para que as pessoas enviem reportagens, fotos e vídeos, interagindo com os leitores e garantindo uma melhor cobertura nas diferentes partes do mundo.

Outro diferencial do jornalismo on-line é o abrangente conteúdo que ele proporciona. É possível, por meio de hipertextos, o leitor se informar melhor sobre um acontecimento. Talvez, naquele momento, o internauta desconheça o que está sendo abordado. Os links “conheça o assunto” ou “notícias relacionadas”, por exemplo, podem ajudá-lo.

O portal Folha Online apresenta essas características. Além dos recursos multimídia, como vídeo, áudios, imagens e textos, ele também proporciona ao leitor a oportunidade de interagir.

Vale destacar que o portal tem um posicionamento típico de um bom jornalismo. As notícias do momento ganham destaque, como aconteceu nos últimos dias com a cobertura do Voo AF 447.

Entretanto, há um ponto negativo da Folha Online. O design carregado, com muitas informações “de cara”, talvez intimide um internauta, sem hábito de leitura, “perder” algumas horas lendo o conteúdo do portal. Seria interessante uma reformulação, promovendo uma visualização menos carregada e mais atrativa.

(*) Texto produzido como atividade avaliativa da disciplina de Jornalismo On-line e Novas Tecnologias – ministrada por José Marcos Taveira

08 junho 2009

Surpresas boas da vida

O dia era estressante... Quinta-feira, dia 4. Fechamento dos jornais Tribuna Regional (de Auriflama) e Jornal da Cidade (de Guzolândia). Correria, nervoso, preocupação. Uma loucura.

O funcionário da floricultura chega e me traz uma surpresa:

Um presente bacana, que chegou em boa hora, rs.

Gostei muito!



Só não me perguntem quem enviou :P

Abraço.

30 maio 2009

Você é forte!

A vida é repleta de desafios. Em cada um deles, nos deparamos com situações positivas e negativas. Existem momentos que nos sentimos valorizados, e em outros, desprezados. Ocasiões em que acertamos ou erramos. Vencemos ou perdemos.

É na luta para vencer esses desafios que o ser humano descobre que é mais forte, ou mais fraco, do que pensa.

Os anos passam e as adversidades tornam-se intensas. Existem situações em que pensamos em desistir. Realmente, parece o caminho mais fácil.

Em outras, lutamos perseverantes até o fim - sempre preenchidos de ousadia e coragem. A fé e a confiança falam mais alto.

Talvez, durante a luta...
Alguém que amamos nos magoa, um problema no trabalho nos entristece, ou qualquer outro problema parece não ter solução. E caímos, sem força para levantar.

A situação assume um nível incontrolável. As dificuldades bloqueiam a nossa visão otimista – aquela de que a vitória está próxima. Nos sentimos mais fracos do que fortes.

E parece impossível vencer...

Nick Vujicic é um jovem vitorioso, que tem muito a ensinar aos leitores do Pensamentos, fatos e relatos.

Acompanhe:




A cada desafio, os potenciais são aperfeiçoados.
As lutas existem para que possamos vencê-las!

Lembre-se: você é forte!

Assim como Nick, você tem a capacidade de romper todas as barreiras e conquistar o seu objetivo...

28 maio 2009

O Welington agora é papai!

Meu amigo e companheiro de trabalho Welington Sales, e a sua esposa Priscila, ganharam dois anjinhos na manhã de ontem.

Os mais novos papais estão felizes da vida! Depois de uma gravidez tranquila, a Paola e o Pedro chegaram com muita saúde, graças a Deus!

Eu estive na Santa Casa de Misericórdia para parabenizá-los e registrei esse momento especial.

Parabéns, viu!
Que Deus abençoe muito esta família!

Um forte abraço...

27 maio 2009

A importância do blog para o mundo jornalístico

A internet oferece várias ferramentas para interação e abrangência de informação. Um dos destaques da atualidade é a adesão de jornalistas, e estudantes da área, ao mundo da “blogosfera”. Esse instrumento se popularizou com rapidez, possibilitando a publicação de vários textos, de uma maneira dinâmica e personalizada.

Muitos profissionais do jornalismo encaram a utilização do blog como válvula de escape. São nessas páginas virtuais que eles têm a oportunidade de escrever textos que apontam o real posicionamento em relação ao assunto em pauta, rompendo as barreiras da linha editorial dos veículos de comunicação que trabalham. O espaço é totalmente independente.

Há quem defenda a ideia de que o blog é também uma mídia. Muitos portais de notícias divulgam endereços de blogs para que os internautas acessem e tenham um complemento da informação. É o caso do conhecido Blog do Josias de Souza, sempre destacado no portal Folhaonline.

Além disso, blogs que exploram conteúdos verídicos e de relevância social podem ser utilizados como fontes para a produção de um material jornalístico.

No entanto, vale destacar a importância de se averiguar a credibilidade do que é fornecido. Existem inúmeros sites pertencentes à “blogosfera” que não são confiáveis. A facilidade de se criar a página virtual, e a gratuidade do serviço, tornam os blogs muito vulneráveis a distribuição de informações falsas.

O blog, que surgiu com uma proposta inovadora e interativa, destina-se, principalmente, aos amantes da comunicação. O espaço virtual possibilita um relacionamento diferenciado entre “blogueiros” e visitantes. A cada texto publicado, o autor tem o senso crítico explorado, as ideias divulgadas e as técnicas gramaticais aperfeiçoadas.

* Texto produzido para a disciplina de Jornalismo On-line e Novas Tecnologias - ministrada por José Marcos Taveira

Não à decadência do jornalismo

As discussões sobre a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo são constantes. Há quem defenda a importância do curso superior para a prática da profissão, mas também existem aqueles que consideram desnecessário o preparo acadêmico para a realização dessa atividade. As divergências de opiniões contribuem para o surgimento de uma sociedade amedrontada, que teme o desaparecimento de bons comunicadores e uma futura desvalorização da área.

O confronto de ideias teve início em 2001, quando o Sindicato de Rádio e TV entrou com uma ação no TRF (Tribunal Regional Federal) de São Paulo. Naquela ocasião, a juíza Carla Rister apresentou parecer favorável ao sindicato, derrubando a exigência do diploma. Em 2005, reverteu-se o quadro, e o parecer da juíza foi anulado. Um ano depois, o Supremo Tribunal Federal garantiu o exercício da profissão às pessoas que já atuavam na profissão. E em poucos dias, uma nova e definitiva votação acontecerá.

Caso o STF decida pelo fim da exigência do diploma, o jornalismo estará condenado a uma “progressiva decadência”. O reconhecimento atribuído à profissão estará friamente ferido, sem direito a tentativas de “cura”.

O embasamento teórico, conhecimento adequado da gramática, regras jornalísticas e ética, entre outros fatores, são imprescindíveis para o desenvolvimento da profissão. E não é somente no dia-a-dia que os profissionais adquirem essas virtudes, como “dizem por aí”. Os bancos acadêmicos oferecem mais vantagens e preparo para o comunicador.

É evidente que a não obrigatoriedade do diploma favorece os proprietários de veículos de comunicação, já que os direitos trabalhistas podem ser prejudicados diante desta falta de especialização. Atualmente, muitos dos jornalistas possuem o registro no Ministério do Trabalho e estão aptos, segundo a legislação, a exercer a profissão. Entretanto, facilmente são encontrados casos de jornalistas “precários” que mal sabem escrever ou falar adequadamente a língua portuguesa.

Parece brincadeira, mas a profissão que no passado foi tão prestigiada e reconhecida, hoje passa por uma grande crise. O jornalismo está sendo “manuseado” como amadorismo, e não mais como uma profissão. Lamentável.

* Artigo produzido para a disciplina de Técnicas de Redação III - ministrada pela professora Ayne Salviano

24 maio 2009

Tudo novo!

Olá, amigos!

Conforme escrevi no último post, agora temos novidades aqui no "Pensamentos, fatos e relatos".

Trata-se do novo layout. Há algum tempo penso em fazer algo personalizado, e foi neste fim de semana que tive a oportunidade.

Quero agradecer ao meu amigo Lucas Ribeiro, que é o responsável por esta nova fase do blog.

Somos amigos há alguns anos e ele atendeu o meu pedido. Valeu, Lucas!!!

Atualmente, o Lucas está cursando Bacharel em Informática, na Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR.

Espero que tenham gostado!
Eu amei!

23 maio 2009

Em breve - O Retorno

Olá, amigos!

Peço desculpas por estar ausente do blog nos últimos dias.

Assumi um compromisso de atualizar a lista telefônica daqui de Auriflama e isso está tomando todo o meu tempo. Ainda tem os trabalhos da faculdade, igreja, rádio e jornais.

Está sendo uma grande correria...

Mas, atenção:
Logo estarei de volta... e com novidades!

AGUARDEM!

13 maio 2009

17ª Festa do Peão: Novos desafios!

Desafios surgem em nossas vidas sem aviso prévio. Ignorá-los ou abandoná-los não são as melhores opções. Quando surge um desafio, aproveitá-lo com uma visão inovadora é sempre importante.

Na última sexta-feira, dia 8, durante a apresentação do Radiojornal "A Voz da Cidade", eu e o outro locutor, Paulo Roberto, comentamos sobre a primeira noite da 17ª Festa do Peão de Boiadeiro de Auriflama, realizada no dia anterior. Na oportunidade, convidamos a população para participar da festa naquele dia, que teria como atração o cantor Daniel.

Eu sabia que à noite eu teria que fazer a cobertura da festa e, possivelmente, entrevistaria o cantor - a exemplo do que já aconteceu com a cantora Wanessa Camargo e o próprio Daniel, na ocasião em que ele esteve em Auriflama em um evento beneficente.
Mas, dessa vez, foi diferente.

Eu encerrei o programa de rádio e me dirigi à sala do Jornal Tribuna Regional, onde eu daria sequência às minhas atividades profissionais. A Norelei, secretária, estava em horário de almoço. Naquele momento, somente eu e meus patrões nos encontrávamos no prédio. O telefone tocou e atendi:

- Nova Difusora e Jornal Tribuna Regional, boa tarde!

- Oi, quem fala?

- Angélica

- Oi, Angélica! É o Daniel!

(grup... engoli seco, rs)

- O-oi, Da-daniel (Era a voz dele! Juro que gaguejei, rs)

- Tudo bem? Quem está no estúdio?

- Tudo joia! No momento não tem nenhum locutor lá, as músicas estão programadas. Mas, se quiser, posso ir até lá!

- Que bacana, então vamos lá!

- Opa, vamos sim!

E assim aconteceu...

Tive a oportunidade de entrevistar o cantor Daniel, por telefone, horas antes do show. Que surpresa!

Na oportunidade, iniciei a promoção com os ouvintes. Durante toda a tarde, as pessoas poderiam ligar na emissora e concorrer à entrada no camarim para conhecer o cantor. Foi muito bacana.

Perguntei a ele sobre o show e o trabalho que está sendo desenvolvido na novela Paraíso. Daniel também comentou sobre a participação no filme "Menino da Porteira".

Para fechar com "chave de ouro" a promoção, sorteamos no final da tarde as cinco participações. À noite, encontrei os cinco ouvintes nas proximidades do palco e tive a alegria de ver nos olhos dos contemplados a alegria proporcionada. Ao meu lado também esteve minha amiga-irmã Tamyris Araujo.

É uma sensação fantástica.

Pessoalmente, também entrevistei o cantor e registrei a opinião dele sobre o encontro com os fãs. O conteúdo foi veiculado no radiojornal "A Voz da Cidade", no dia seguinte.



04 maio 2009

Encontro de Zemarquetes e Blogueiros

Uma grande festa ficará em minha memória. O 1º Encontro de Zemarquetes e Blogueiros, ocorrido em Araçatuba, no Pub Rock Beer, no sábado, dia 2, superou as expectativas.


Só para registrar: os Zemarquetes são os leitores do Blog do Zé Marcos - um blog conhecidíssimo e que acompanho diariamente.


Foi um evento tudo de bom! Incrível!

Conheci pessoas maravilhosas, conversei bastante, ri muito, falei "asneiras" e curti aquele momento de uma maneira muito especial.


Durante toda a noite eu estive com uma galera bacana. Amigos da faculdade (animadérrimos por sinal), blogueiros que até então eu conhecia somente pela internet, enfim... muitas pessoas.


Quero parabenizar meu amigo e professor José Marcos Taveira pelo brilhante evento. Foi ótimo, Zé!


Confira alguns cliques: