31 dezembro 2008

Daniel FC em Auriflama

No último domingo (28), a população auriflamense vibrou com a realização do Jogo Beneficente entre a Seleção Local e a Equipe do Daniel Futebol Clube, no Estádio Municipal Geraldo Secco. A entrada era um quilo de alimento não-perecível, evidenciando-se um grande gesto de solidariedade.

A Rádio Nova Difusora e o Jornal Tribuna Regional registraram tudo. Uma comissão foi formada para levar todos os acontecimentos aos ouvintes e leitores: Repórteres, Narradores, Técnicos de Som, Fotógrafos, etc. O resultado, graças a Deus, foi muito satisfatório.

Na ocasião, tive a oportunidade de entrevistar o Daniel. A humildade, simplicidade e simpatia do cantor foram alguns dos destaques da tarde. Apesar do tempo escasso, ele fez questão de conversar com todos os representantes da imprensa, andar várias vezes ao redor do Estádio cumprimentando os fãs, tirou fotos e distribuiu autógrafos.

Apesar do Hamilton Régis Policastro (empresário) ter puxado a orelha dele a todo o tempo e os seguranças também inúmeras vezes tentando monitorá-lo, ele não mediu esforços para dar atenção a todos. Quando surgia uma oportunidade, o Daniel saía correndo em direção às pessoas agradecendo o carinho e demonstrando a grande pessoa que ele é.

O Daniel Futebol Clube comemorou a marca de 150 jogos e Auriflama foi escolhida para ser sede desta grande e significativa partida histórica. Há 8 anos e meio a Equipe realiza esse trabalho social, beneficiando as famílias carentes. Parabéns a todos que integram essa grande iniciativa!







18 dezembro 2008

A LoMbADa!

Olá, amigos...
É com grande alegria que eu publico este post!

Estou muuuuitoo feliz!

O motivo?

Uma lombada foi colocada na rua da minha avó, rs.
Caaaalma! Mas, não é uma simples lombada, ela não é uma lombada qualquer... ela é A LOMBADA!

Você deve estar se perguntando o porquê disso tudo, afinal, por que uma lombada significaria tanto, né!?
Eu respondo!

Há aproximadamente 6 anos, eu estava em minha casa com meus pais, minha irmã e minha avó. Lembro-me que minha avó havia passado lá para almoçar e já estava de saída. Ouvíamos o rádio naquele instante quando em um quadro chamado "O povo pergunta e os vereadores respondem", o locutor convidava a população para falar ao vivo e apresentar suas reivindicações aos representantes do Legislativo.

Na ocasião, perguntei a minha avó se ela tinha alguma coisa a dizer. Eu queria falar na rádio, ao vivo, rs... Sempre gostei de participar. Ela então me sugeriu que eu falasse sobre a necessidade de uma lombada na rua dela. E assim fiz.

Enquanto eu apresentava a reivindicação, o locutor disse: Angélica, você pode passar aqui qualquer hora para falar comigo? Eu, imediatamente, respondi que sim.

No mesmo dia fui até o prédio onde está localizada a emissora. Naquela oportunidade, o locutor (e também diretor/proprietário da rádio) disse ter gostado da minha voz e me fez um convite para apresentar um programa. Amei a idéia, coloquei uma pasta de contratos embaixo do meu braço e iniciei uma longa caminhada em busca de patrocínios. Infelizmente, se eu quisesse mesmo colocar em prática aquele desejo, as vendas eram fundamentais.

E... quem me conhece, já sabe o resultado disso..
Estou trabalhando na rádio até hoje!
Primeiro, com programa aos sábados. Depois, programa diário. E agora, também trabalho em dois jornais impressos que são produzidos lá.

Nunca imaginei que isso aconteceria comigo, mas Deus é cheio de mistérios. Ele trabalha de uma maneira perfeita e sempre tem algo muito especial para as nossas vidas. Esse emprego já me proporcionou muitas conquistas, inclusive, a paixão que eu tenho pelo jornalismo.

Entre lamentações, tombos, lágrimas e tudo mais...
Posso dizer, com toda a certeza, que as vitórias até aqui conquistadas foram bem maiores do que as derrotas que enfrentei. Sou muito feliz por isso! Tenho aprendido muito com essa oportunidade!

Mas, enfim, voltando à lombada...rs
Quando eu a vi...
Não aguentei!
Precisei tirar uma foto para registrar e relembrar este momento tão importante da minha vida.

Depois de 6 anos de reivindicação, agora ela existe! :D

14 dezembro 2008

Turminha ESTADO

Meu amigo Renato Sarauza me surpreendeu na tarde de hoje com a criação de uma comunidade do orkut chamada "Turminha ESTADO".

Na verdade, são poucas pessoas que conhecem essa história. Fiquei surpresa e, ao mesmo tempo, contente. Ficou muito bacana, inclusive a foto utilizada.

Para quem não sabe do que se trata, vou tentar explicar.

Há algum tempo, eu e meus amigos de classe Diuân e Rafa estávamos no laboratório de redação na facul quando ouvimos algumas conversinhas sobre "Turminha ESTADO". Não era uma conversa comum.

Passados alguns minutos tive a certeza que se referiam a nós. Ironicamente, é claro.

O porquê disso, até hoje eu não sei. Desconfio que seja resultado de uma videorreportagem que produzimos no início deste ano para um concurso da Semana de Comunicação e Moda do Unitoledo (SECOMT). Naquela ocasião, utilizamos sonoras com profissionais do Jornal O Estado de S. Paulo. Fato que na época gerou muita polêmica.

Mas, enfim... Independentemente das más intenções de alguns dos nossos colegas em nos classificar como "Turminha ESTADO", isso não me atinge. Ao contrário, fico até feliz por essa analogia.

Admiro o Jornal O Estado de S. Paulo e vou ficar muito contente se continuar sendo reconhecida como uma integrante da "Turminha ESTADO". Acredito que meus amigos Rafa e Diuan compartilham deste mesmo pensamento.

VEJA A NOSSA VIDEORREPORTAGEM "CONTEÚDO ONLINE" - Nela, utilizamos sonoras dos jornalistas Juca Varella e Francisco Ornellas, que foram gravadas com o auxílio de celular durante a visita que eu fiz à sede do jornal. Nesse vídeo tivemos também a participação do nosso companheiro Cristiano Morato.





Entre na nossa comunidade. Vamos agitar esse orkut!
O endereço é: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rel=1&cmm=51835836&failed=true

Como disse meu amigo Renato na descrição da comu: "A ironia de alguns gerou nada mais que orgulho aos integrantes da 'Turminha ESTADO'. Afinal, existe algo mais perfeito do que pertencer a um grupo que nasceu de uma idéia tão madura?
O Estado de S. Paulo é um jornal sério, que visa pela responsabilidade, ética e comprometimento.
É. Faz sentido.
Essa é a 'Turminha ESTADO'!"
.


Seja você também um integrante da "Turminha ESTADO".

Abraço, galera.
Obrigada pela iniciativa, Renato!



Ficou show, rs!

12 dezembro 2008

Um momento...

Tive a oportunidade de assistir a um DVD muito especial, na semana passada. Trata-se do DVD do Irmão Lázaro, ex integrante do grupo Olodum. Vale a pena dedicar um momento para ouvir a música que segue abaixo e o testemunho dele.

Na primeira exibição, Lázaro canta uma música composta por ele mesmo, que diz o quanto Deus nos ama. Na segunda, uma grande história de arrependimento por ter vivido tanto tempo nas drogas e ter sido escravo da ambição (algumas das consequências por ter seguido o mundo e ignorado a presença do Senhor).

Vale a pena conferir!





*******************************************************************************




Obrigada pela visita.
Deus te abençoe.

07 dezembro 2008

Finalmente...

Pronto. Ponto final.
Agora acredito que ficará mais fácil atualizar o blog.

As férias da faculdade começaram esta semana. Finalmente posso comemorar o fim do 4º Semestre e aguardar ansiosa a chegada do 3º ano do curso de Jornalismo :D

Apesar de toda correria no trabalho e as “toneladas” de atividades avaliativas na facul, graças a Deus, consegui fechar 2008 com chave de ouro... Suadas boas notas!

Lamento não ter conseguido a bolsa-desempenho (um desconto concedido pelo Unitoledo aos alunos que têm um rendimento igual ou superior a 90% - Em cada atividade), mas fico feliz por saber que quaaaaaase consegui. Isso aplicou uma significante injeção de ânimo em mim!

Faltou pouquííííííííssimo, rs... E isso me fez acreditar que eu sou capaz.

Mesmo com todos os compromissos e dormindo bem menos do que o recomendado, consegui passar mais um semestre sem conhecer o que é o tão falado “exame”. Isso já um bom motivo pra ficar feliz.

Abaixo, seguem minhas notas:

Gêneros Jornalísticos: 9,6
Projeto Gráfico: 9,7
Radiojornalismo: 10,0
Introdução ao Telejornalismo: 10,0
História e Cultura do Brasil Contemporâneo: 9,0
Técnicas de Redação: 9,9
TAEPJ: 9,5
Teoria do Jornalismo: 10,0
Antropologia: 8,5

Embora o trabalho aqui em Auriflama ainda continue, acredito que as férias da facul irão me proporcionar algumas horas de descanso...

Prometo aparecer mais vezes por aqui!
Um forte abraço... E obrigada pela visita!

24 novembro 2008

De Vila Áurea a Auriflama: conheça a história do município

HISTÓRIA - São 71 anos de desenvolvimento econômico e social

O progresso de Auriflama é notável com facilidade. Anualmente, novas obras são idealizadas, moradias são construídas e o comércio ganha destaque. Diante desta característica expansionista, torna-se imprescindível voltar ao tempo e registrar o início desta história.

Uma terra fértil e um longo caminho a percorrer. Esta era a visão que João Pacheco de Lima, aliado aos amigos desbravadores, tinha do local que mais tarde se tornaria a próspera cidade que contemplamos hoje.

A história de Auriflama começa em 1935, quando João Pacheco adquiriu as terras. Um ano depois, ele, acompanhado do filho Paulo, e dos amigos Waldevino Nery dos Reis, Antonio Joaquim Nery e José Joaquim Nery se deslocaram de Ipiguá (SP), próximo a São José do Rio Preto (SP), com o objetivo de conhecer o local.

O ponto mais alto da propriedade foi escolhido para dar início aos trabalhos e um rancho para abrigar a comitiva foi construído próximo à figueira, onde hoje está instalada a praça matriz.

No mesmo período, também chegaram Ozório Messias de Almeida, Joaquim Graciano de Paiva, Sebastião Machado, Filadelfo Rodrigues de Souza, Francisco Higino, Antônio Barbosa, João Fernandes, Amâncio Ferreira, entre outros. Era o momento de fundação da “Vila Pacheco”.

O sonho de se consolidar uma vila naquele espaço era unânime. A perseverança dos pioneiros em construir uma nova realidade para seus familiares foi a principal responsável pela conquista. Todas as decisões foram tomadas em conjunto e uma grande equipe liderava o futuro do local.

Em 20 de novembro de 1937 fundou-se oficialmente a “Vila Áurea”. Esse acontecimento foi marcado pela celebração da primeira missa do vilarejo, com a direção do padre Agostinho dos Santos Pereira. O nome da comunidade homenageia Áurea de Souza Lima, filha do fundador João Pacheco.

Graças ao empenho de Filadelfo Rodrigues de Souza, a Vila Áurea foi transformada na 2a Zona Distrital de General Salgado e Comarca de Monte Aprazível. Essa mudança corresponde ao Decreto-Lei no 13.011, de 24 de outubro de 1942.

Após sete anos de “Vila Áurea”, o local foi elevado à categoria de Distrito de Paz pelo Decreto-Lei no 14.334, de 30 de novembro de 1944. Com isso, recebeu o nome de “Auriflama”, que significa “Ouro em chamas”.

Através do empenho de Claudemundo Costa, Orlando Bongiovani, José Matarézio, José Maria Bento, Francisco Assis Rodrigues e Cláudio Bento Inezzi, Auriflama conquistou a emancipação política e elevação da categoria administrativa. A lei foi sancionada em 30 de dezembro de 1953.

Um ano depois, a população auriflamense elegia o primeiro Executivo e Legislativo. Dois candidatos concorriam ao cargo de prefeito: Lázaro Silva e Orlando Bongiovani. A instalação oficial do município ocorreu em 01 de janeiro de 1955, com a posse do prefeito Lázaro Silva e o vice Aurélio Dainezi. O Poder Legislativo foi composto por nove vereadores. Naquela época não havia remuneração.

Em 28 de fevereiro de 1964 foi criada a Comarca de Auriflama, de acordo com a Lei no 8.092, mas a instalação concretizou-se em 28 de setembro de 1967. Como juiz de Direito da Comarca assumiu o Dr. Domingos Franciulli Neto, e como promotor de Justiça, o Dr. José Geraldo de Jacobina Rabello.

Até o momento, exerceram o cargo de prefeito: Lázaro Silva (1955-1958), João Matarézio (1959-1962), Dr. José Cardoso e Arnaldo Maria (1963-1966), João Matarézio (1967-1969), João Pacheco de Lima Filho (1970-1972), Alfio Frederico Sbroggio (1973-1976), Fuad Kassis (1977-1982), Pedro Matarézio (1983-1988), João José de Paula (1989-1992), Pedro Matarézio (1993-1996), Fuad Kassis (1997-2000), Pedro Matarézio e Clélio Lemos Garcia (2001-2004) e José Prego (2005-2008).

Hoje, o município demonstra um grande potencial econômico e social, destacando-se como um pólo industrial altamente reconhecido, uma verdadeira referência no setor de confecções.

(*) Texto publicado no Jornal Tribuna Regional, edição especial do aniversário de Auriflama.

18 novembro 2008

Auriflama lidera no setor de confecções

ECONOMIA - A produção auriflamense, em plena expansão, é referência no mercado

Expressiva geração de empregos, um parque industrial vitalizado e um nome cada vez mais reconhecido. Assim pode-se definir Auriflama: uma cidade em plena expansão e em constante desenvolvimento.

Conhecida atualmente como “a capital do lingerie”, a cidade demonstra um alto poder econômico. A fama é resultado, principalmente, do grande trabalho idealizado pelas fábricas de confecções instaladas no município.

Segundo o IBGE, o território auriflamense abrange um espaço de 433 km2 e abriga um total de 13.760 habitantes. Embora ainda pequena, se comparada aos grandes centros, Auriflama destaca-se com um grande e produtivo pólo industrial da região noroeste do Estado.

As atividades no ramo foram iniciadas em 1983 com a vinda das Confecções Vancil, empresa que pertencia ao casal Vanderlei Pereira de Castilho e Maria Aparecida Federice. Depois disso, com o incentivo da Prefeitura Municipal, várias outras indústrias e facções foram instaladas.

Em 1985, mais uma fábrica começava a surgir: a Phael Confecções, empreendida pelo empresário José Jacinto Alves Filho (Prego). No ano de 1994, outras duas fábricas iniciavam uma valorosa produção: a Affer Confecções, com a direção de Antônio Jacinto Alves, e a Intimus Fashion, com o comando de João Dias Barbosa Neto.

O início foi difícil, e o retorno financeiro, tímido. Eram poucos funcionários e, conseqüentemente, poucas peças por dia. Os anos se passaram, as lingeries se aperfeiçoaram e logo o trabalho ganhava força e destaque. A iniciativa dos empresários em colaborar com o desenvolvimento da cidade gerou bons resultados.

Hoje, após vários anos de dedicação, pode-se constatar um crescimento significativo deste setor. O município é reconhecido em todo o mundo pela grande produção mensal de lingeries, que corresponde a quase 2 milhões de peças, que são desenvolvidas pela Affer, Intimus, Phael e inúmeras outras fábricas de médio e pequeno porte, além das várias facções. A quantidade de produtos exportados varia entre 10% e 15%, que são destinados a Espanha, Estados Unidos, Itália, Chile, Peru, Colômbia, Portugal, Israel, Japão e Venezuela.

No momento em que Auriflama completa 71 anos, é importante destacar a posição privilegiada que ela se encontra. Graças à iniciativa dos empresários em investir nas fábricas de confecções e também à qualidade dos trabalhos realizados por toda equipe, a população tem muito que comemorar.

“Fico feliz em fazer parte da história do município”, menciona João Barbosa, proprietário da Intimus Fashion. “A fidelidade dos clientes, colaboradores e fornecedores é resultado da maneira ética e profissional com que atuamos no mercado. Parabéns, auriflamenses!”.

A progressiva produção industrial realizada no município tem contribuído, e muito, com o crescimento da cidade. Atualmente, cerca de 1.300 pessoas trabalham nas empresas e outras muitas exercem atividades nas facções. As lingeries e peças de moda praia produzidas em Auriflama compõem as prateleiras das mais importantes lojas e ilustram os catálogos das mais famosas grifes.

“As confecções deram vida para a cidade, mas o mérito de todo esse crescimento é da população. É ela que luta diariamente por uma cidade melhor, demonstrando empenho e comprometimento”, menciona Antonio Jacinto Alves, proprietário da Affer Confecções. “Parabéns a todos os auriflamenses pelos 71 anos de conquistas”.

Outro fator de destaque é a grande produção têxtil na cidade por intermédio das 82 micros, pequenas, médias e grandes indústrias de confecções. As mãos das costureiras e costureiros auriflamenses produzem, além das lingeries, uma variedade em vestuários, como: blusas, camisetas, saias, calças e vestidos.

O prestígio internacional também se evidencia nesta categoria. As roupas auriflamenses são encaminhadas a outros países, além de todo o território brasileiro. Isso confirma a alta capacidade e credibilidade conquistadas pelo comércio local.

O proprietário da Cor Bella Confecções, Allan Silva Coelho, acredita que o apoio a esse tipo de empreendimento é fundamental, tendo em vista o grande potencial empregatício que Auriflama conquistou nesses anos de intensa industrialização. “Vejo a atuação das fábricas como um fator imprescindível para o progresso e crescimento da cidade. Elas se tornaram a fonte primária para sustento da família, assim como complemento de renda. Mulheres e homens estão inseridos no mercado”, destaca.

O empresário parabeniza a todos pelos 71 anos de Auriflama ressaltando a importância do trabalho coletivo. “Toda atividade deve ser reconhecida. Para que Auriflama continue no ritmo progressista é necessário que haja essa interação, pois uma empresa depende da outra. Pequenas, médias e grandes empresas merecem atenção”, conclui Allan Coelho.

O grande potencial da cidade não é mais novidade para ninguém. Sabe-se que 40% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) são gerados pelas fábricas locais. Indiscutivelmente, Auriflama é referência no cenário nacional e internacional.

(*) Apuração e redação de Angélica Neri (Texto publicado no Jornal Tribuna Regional, edição especial do Aniversário de Auriflama)

04 novembro 2008

Sugestão de Leitura II

De uma simples nota a um surpreendente jornalismo

A riqueza de detalhes e as descrições minuciosas de lugares, gestos, objetos, traços físicos e psicológicos das personagens, roupas, pensamentos e comportamentos, fizeram de “A Sangue Frio” um dos mais reconhecidos livros-reportagens da História.

Nele, Truman Capote traz, através de uma linguagem simples e direta, os desdobramentos de um acontecimento real: o assassinato dos quatro membros da admirada família Clutter, na cidade de Holcomb, no Estado norte-amaricano de Kansas, em 1959.

O livro, editado pela Companhia das Letras, está em sua 5ª reimpressão, possui 440 páginas, e é referência quando o assunto é o surgimento de um novo gênero: o new journalism.

A obra é fruto da ousadia e comprometimento de Truman Capote, que ao ler no jornal uma pequena nota sobre o crime, decidiu apurar os fatos de uma maneira aprofundada.

Durante seis anos, o escritor se dedicou em investigar. Ele coletou informações mantendo contato com conhecidos, testemunhas e, inclusive, com os próprios assassinos para a obtenção de aspectos importantes para a estrutura da reportagem. Capote apresentou, de uma maneira diferenciada, um jornalismo capaz de sensibilizar e estabelecer uma aproximação entre o leitor e os fatos, colocando em discussão o tabu da pena de morte e a adrenalina de um mistério.

A repercussão não poderia ser diferente: um verdadeiro sucesso! O texto ganhou espaço em quatro capítulos na revista The New Yorker, e em 1966, destacou-se no mercado editorial, agora como livro-reportagem, ficando conhecido em todo o mundo. Mais tarde, ganhou também prestígio no cinema.

“A Sangue Frio” sugere o rompimento do jornalismo comum adotado na época. O autor dá um passo importante para a renovação, fato que é facilmente observado através de uma narração objetiva, mas também amplamente literária, capaz de provocar emoções e contradizer as regras jornalísticas até então utilizadas.

O livro “A Sangue Frio”, de Truman Capote, tornou-se um ícone do jornalismo literário, um novo gênero jornalístico, atrativo para adolescentes e adultos, que surge com a evidente aproximação entre a realidade e a literatura, caracterizados pela mistura de sentidos, descrições determinantes e uma maneira peculiar de narrar.

(*) Resenha produzida como atividade avaliativa da disciplina de Técnicas de Redação II.

18 outubro 2008

Homenagem

Para comemorar o Dia do Professor em grande estilo, a turma do 4º semestre de Jornalismo do Centro Universitário Toledo produziu alguns perfis dos nossos educadores. Os textos integram uma atividade avaliativa da disciplina de Técnicas de Redação II, ministrada pela professora Ayne Salviano.

O trabalho foi dividido em duas etapas:
Primeiro, um texto descritivo (apenas com as informações que tínhamos - físicas e psicológicas). Depois, a entrega do perfil (acrescentando informações coletadas em uma entrevista - alguns aspectos profissionais e pessoais).

Na oportunidade, eu e meus amigos Diuân Feltrin e Juliana Martins produzimos o perfil da nossa professora e coordenadora Karenine Miracelly. Uma pessoa que admiramos muito pela sua simplicidade, profissionalismo e, depois de algumas revelações pessoais, passamos a admirar também a sua história de vida.

Cada grupo escolheu um professor para homenagear. Os textos foram publicados no site oficial do Unitoledo no dia 15 de outubro.

Conheça Karenine Miracelly Rocha da Cunha:


Peculiaridades de uma vencedora

Por Angélica Neri, Diuân Feltrin e Juliana Martins

Traços de seriedade misturados com sorriso de menina. Olhar doce, no entanto, com doses de sarcasmo. Olhos azuis como o céu na primavera. Exemplo de mulher moderna e independente, que com seu esforço e dedicação serve de parâmetro para jovens que buscam o sucesso profissional.

Seu nome foi inspirado em uma personagem do livro Anna Karênina, personagem homônimo de Leon Tolstói. Sua mãe, Maria Rocha da Cunha, não leu a obra, porém o título a atraiu devido à semelhança com o nome de sua primogênita: Karine. “Todo nordestino que se preze tem nome complicado. Comigo não seria diferente. Como diz o Severino, de João Cabral de Melo Neto, Karenine é meu nome de pia; mas ao contrário dele, não somos muitas Karenines”, comenta.

Nascida em Natal, Rio Grande do Norte, no dia 2 de abril de 1980, Karenine Miracelly Rocha da Cunha considera-se uma mulher de sorte, já que teve dois pais: um biológico e outro de criação. Muito ligada à família, Karenine acredita que a união familiar é fundamental, caso contrário, torna-se apenas um “amontoado de pessoas com afinidades biológicas”.

A jovem é do tipo de pessoa que consegue enxergar a felicidade nos pequenos gestos: as conversas com a irmã e seus conselhos, o pão feito pela mãe, as pamonhas que apenas seu pai, Francisco Manuel da Cunha, sabe fazer. Enfim, coisas que para muitos podem parecer banais, são essenciais para Karenine.

Por ironia do destino, os estudos entraram por acaso na vida da jovem. Nas campanhas eleitorais de 1985, Dona Maria teimou em ensinar a filha mais nova a ler e escrever. O material usado: panfletos de campanhas políticas. O que começou como uma “brincadeirinha” transformou-se na maior paixão de Karenine: a leitura, que mais tarde acarretaria na escolha de sua profissão.

Os anos de estudo, sempre em escolas públicas, caracterizaram-se por extremo empenho. “Sempre estudei em escola pública, inclusive a faculdade. E isso me incentivou a estudar mesmo, porque eu sabia que se quisesse aprender, teria que fazer a minha parte”, revela a jornalista.
O curso de jornalismo na Unesp de Bauru obrigou a jovem a se separar do aconchego familiar. A adaptação foi rápida, e as dificuldades para manter-se sozinha foram compensadas por bolsas de monitoria e iniciação científica, conquistadas com muita dedicação. “Foi por conta dessas bolsas que eu me dediquei muito à pesquisa durante a faculdade e fiz estágio na rádio Unesp. Anos depois, isso seria essencial para eu ingressar no mestrado.”

Concluída em 2001, a faculdade de Jornalismo foi mais uma vitória da menina de Natal. Com parte do sonho realizado, a próxima etapa seria conseguir um trabalho na área. Isso foi muito fácil para nossa vencedora. Em dezembro do mesmo ano, Karenine foi aprovada em um teste da Folha da Região de Araçatuba, onde atuou como repórter por cinco anos e dois meses. Durante este período, surgia em nossa homenageada uma nova paixão: a área acadêmica.

Em agosto de 2005, Karenine começou a lecionar no Centro Universitário Toledo. Professora criteriosa e jornalista que se destaca por sua inteligência e cultura, possui peculiaridades ao transmitir sua sabedoria. Conhece as particularidades de cada aluno e está sempre disposta a ajudar. Ela também sabe, de uma maneira sensata, os momentos ideais para tecer críticas e elogios, o que é facilmente identificado em seus famosos “recadinhos” nos finais das provas.

Karenine acredita que ensinar é uma boa forma de aprender. “Dizemos que professor é aquele que, no meio do caminho, não só ensina, mas aprende. Não estamos repetindo um bordão sem fundamento. Ensinar é, antes de tudo, estudar e pesquisar. E é isso que gosto de fazer”, enfatiza.

Karenine Miracelly Rocha da Cunha é o tipo de mulher que não descuida da aparência. Com cabelos castanho-claros, um pouco abaixo dos ombros, sobrancelhas finas, pele branca como a neve, magra, não muito alta e lábios carnudos de coloração avermelhada, é dona de um sorriso contagiante capaz de colorir um ambiente sombrio. Procura sempre se vestir de forma adequada à situação, o que demonstra sua compostura de mulher fina.

A voz suave, e ao mesmo tempo decidida, contradiz a fragilidade de sua aparente juventude com a autoridade de uma mestra. Normalmente brincalhona, às vezes surpreende a todos com uma pitada de mal-humor. Extremamente espartana, indisciplina é capaz de tirá-la do sério.
O reconhecimento que é dedicado a ela provém de sua vasta bagagem cultural, comprovada em suas envolventes explicações. Seu ar intelectual é realçado nas vezes que usa óculos.

Professora de Teoria do Jornalismo para os acadêmicos do 4° semestre e também Edição Jornalística para os alunos do último semestre, Karê, como é carinhosamente conhecida pelos mais íntimos, conquistou, no início de 2008, o cargo de coordenadora do curso de Jornalismo do Unitoledo, além de ter sido aprovada no concurso de professores da Fatec - Araçatuba. A receita de sucesso recomendada pela professora a seus alunos é, obviamente, a leitura de jornais, livros e revistas.
Os planos de Karenine não param por aí. Agora, ela pretende ingressar no doutorado que, segundo ela, será mais uma etapa de muito estudo, dedicação e pesquisa.

Quanto às frustrações, Karê reconhece que isso faz parte da vida de qualquer pessoa, e encara de maneira convincente. “Como todo mundo, choro em um primeiro momento. Mas depois, tem que comer um chocolate ou uma batatinha frita e sair para caminhar ou correr e pensar em como vencer a frustração e ser melhor que ela. Trata-se de uma atitude eat and run ou Forrest Gump.”

Karenine é a prova de que esforço, dedicação e competência levam ao sucesso. Uma grande colecionadora de conquistas. “Tudo que fiz até hoje foi acumular conquistas que, na verdade, são coletivas, visto que constituem sonhos particulares e de minha família. Meus pais não tiveram oportunidade de estudar e depositaram em mim e em minha irmã seus sonhos. Conseguimos realizar tudo juntos”, relata emocionada.

Ela é um exemplo de jornalista que se enquadra na famosa frase de Cláudio Abramo: “O jornalismo é, antes de tudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter.”

(*) Aproveitando a oportunidade, quero parabenizar a todos os meus professores. Ayne Salviano, Venezuela (que esteve com a gente até o início deste semestre), Jefferson (ainda não o conheço, mas irá dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Venê a partir da próxima semana), Paulo Nápoli, Melissa Moura, Ângela Liberatti, Ágatha Urzedo, Pedro Filardi e todos que passaram pela minha vida, obrigada por tudo!


Um forte abraço...
E que Deus abençoe vocês!
Angélica Neri

13 outubro 2008

Um grande testemunho durante uma cobertura jornalística

Você tem dúvidas que Deus ama e protege seus filhos? Então preste atenção na história que eu vou contar...

Na manhã da última quarta-feira, dia 8 de outubro, às 6h42, recebi a ligação da Tamyris me informando sobre um acidente no início da Vicinal Irmãos Bonetto, aqui em Auriflama. Ela estava a caminho da faculdade e passou pelo local.

Imediatamente, subi na moto e fui constatar a ocorrência. Quando cheguei, fiquei surpresa pela cena que eu vi: um carro, em pé, encaixado nos galhos de uma árvore.

Perguntei aos policiais notícias sobre o motorista e se havia alguém com ele no momento do acidente, eles me responderam que somente o motorista estava no carro. Marcos Júnior estava sendo atendido no Pronto Socorro e passava bem.

Tirei algumas fotos e me dirigi ao Pronto Socorro. Enquanto ele era examinado, o pai aguardava na recepção. Aproveitei a oportunidade e peguei algumas informações com o pai dele, como: um amigo da família que reside em Auriflama e saberia me contar alguns aspectos importantes, o nome completo do motorista, o que ele fazia em Auriflama (já que era de Araçatuba), o que houve para que o carro saísse da pista, e coisas do tipo. Ele já havia falado com o filho, então foi fácil responder às questões.

Voltei para o jornal e liguei ao amigo, que me explicou mais alguns detalhes.

EXPLICAÇÃO: A pedido desse amigo, Marcos Júnior (que estava em Auriflama na terça-feira) foi até Araçatuba levar uma peça e, para isso, utilizou-se do carro do amigo. Levou, dormiu na casa do pai em Araçatuba, e voltava na manhã de quarta-feira para devolver o carro, quando, por culpa de um cachorro que entrou na frente do veículo, às 5h50 sofreu o acidente.

Essas informações foram muito importantes para que eu entendesse o caso, e a matéria pudesse ser escrita. Porém, as revelações que vieram depois, com certeza, me causaram mais impacto. Disse o amigo:

- Angélica, foi só por Deus. A mãe dele estava me contando que na última semana a pastora da Igreja deles sonhou com um carro branco capotando. Na madrugada, depois que o Marcos saiu da casa dos pais dele pra vir para Auriflama, o cachorrinho dele começou a latir, chorar, fazer barulho na porta, na janela, e ninguém entendeu nada. Todos ajoelharam e oraram repreendendo qualquer ação do inimigo. Depois de alguns minutos tocou o telefone, era ele falando sobre o acidente. Olha como são as coisas né...

Enquanto ele falava, pude contemplar a Graça de Deus sobre aquele menino de 21 anos e toda a sua família. Deus deu a ele um grande livramento. ELE não só poupou a vida desse jovem, como também cuidou para que nem sequer um arranhão ele tivesse. Ele voltou intacto, como se nenhum acidente tivesse ocorrido...

Veja as fotos:



UM GRANDE TESTEMUNHO...

10 outubro 2008

Parabéns, crianças!

A infância é uma época que geralmente deixa saudades. Idade em que é possível sonhar alto, fazer planos incalculáveis e construir um mundo encantado de acordo com as nossas vontades. Uma fase repleta de fantasias e realização pessoal.

Ser criança é mais do que ter poucos anos de vida. Ser criança é permitir que a ingenuidade e transparência rompam todas as barreiras da ganância, egoísmo e ignorância. É um momento único e que merece ser vivido com alegria e comemorado a cada dia.

Domingo, 12 de outubro, comemoramos o “Dia das Crianças”. Como em todos os anos, é momento de parabenizar e homenagear os pequeninos que hoje são crianças, mas que, no futuro, representarão a nossa cidade, Estado e País, nas diversas posições sociais e categorias trabalhistas.

O que falar sobre a infância? Pode-se dizer que é uma fase em que se pode chorar ou sorrir em qualquer intensidade e a qualquer momento, que se pode brincar ou dormir em qualquer horário, idade comum para ganhar brinquedos e se divertir em qualquer ocasião. Momento da vida em que a inocência prevalece sobre qualquer falsidade.

A doçura e a simplicidade expressadas no olhar da criança são capazes de preservar um lar, transformando a vida de uma família.

Feliz Dia das Crianças!
Que Deus abençoe vocês...

07 outubro 2008

Finalmente, a decisão!

O dia 5 de outubro em Auriflama foi muito tranqüilo. Ao contrário das eleições anteriores, as ruas estavam vazias, sem barulho e sem bagunça. As buzinas, bandeiras, fogos de artifício (...), só apareceram após a divulgação do resultado.

Em Auriflama, o prefeito José Prego foi reeleito com 5.136 votos (56,82%), o segundo colocado foi o candidato João de Paula com 3.569 votos (39,48%) e Fuad Kassis ocupou a última posição com 334 votos (3,70%).

Os candidatos eleitos para ocupar as cadeiras do Legislativo foram:
Lorinho (636 votos)
João Enfermeiro (587 votos)
Ivanilde (552 votos)
Bidico (362 votos)
Adalto Conceição (342 votos) *reeleito
Paulo Eduardo (341 votos)
Belé (296 votos) *reeleito
Deir (258 votos) *reeleito
Davi (234 votos)

A Rádio Nova Difusora transmitiu todas as informações das Eleições 2008 de Auriflama e região – voto por voto, urna por urna!

Agradeço a todos que acompanharam o nosso trabalho e parabenizo os novos dirigentes.

Abraço.

04 outubro 2008

Expectativas para as Eleições 2008!

Carros de som com as mais variadas e criativas músicas, distribuição de panfletos e adesivos, bandeiras amarelas, vermelhas e verdes por todo lado, veiculação de programas eleitorais, realizações de carreatas, passeatas, comícios, enfim... contagem regressiva para a grande decisão.

Meses de campanha com muito barulho, gasto expressivo de dinheiro, inúmeros ataques e centenas de promessas. É assim que defino a Política de Auriflama: normal, como qualquer outra.

Com 3 candidatos a prefeito e 49 que disputam uma cadeira na Câmara Municipal, hoje, sábado, véspera de eleições, a cidade está mais tranqüila.

O Decreto assinado pela Juíza Eleitoral da Comarca de Auriflama proíbe várias atitudes que causariam um grande transtorno à população, como: qualquer tipo de propaganda (inclusive carros caracterizados com a finalidade de divulgar determinado candidato), distribuição de cartazes, panfletos, adesivos, camisetas, bonés, bandeiras, e ainda, qualquer concentração de grupos políticos expondo o número ou nome dos candidatos.

Os 10.715 eleitores auriflamenses irão decidir amanhã o futuro de nossa cidade. A cobertura completa das Eleições 2008 em Auriflama e Guzolândia você pode acompanhar pela Rádio Nova Difusora – AM 1.550 kHz.

Amanhã é a grande decisão!
Aguardem o próximo post.
Em breve, a divulgação do resultado.
Grande e forte abraço.

28 setembro 2008

Sugestão de Leitura

“A prática da reportagem”, de Ricardo Kotscho, é uma obra integrante da Série Fundamentos, da editora Ática, está na sua 4ª edição, 2ª impressão e possui 80 páginas distribuídas em 8 capítulos. O prefácio do livro é de Clóvis Rossi, jornalista da Folha de São Paulo.

Na obra, o autor aborda desde o início de um trabalho jornalístico até as várias vertentes das reportagens, enumerando elementos que estão presentes na rotina da profissão e fornecendo dicas para a conquista de melhores resultados. Ao mesmo tempo em que Kotscho expõe seus conceitos, suas reportagens são utilizadas como forma de embasamento prático.

Ricardo Kotscho tem a preocupação de ser objetivo e direto em seu livro, transmitindo muitas informações. Cria-se, explicitamente, um pequeno manual de auto-ajuda para os iniciantes da profissão.

“A prática da reportagem” é destinado a todos aqueles que possuem o desejo de conhecer mais profundamente o mundo vivenciado pelo jornalista.

18 setembro 2008

A loucura continua...

Olá, amigos!
Quanto tempooo! Mais de um mês sem atualizar a página! :(
Sinto falta de um tempinho dedicado ao blog, viu!?
Mas, infelizmente, a situação está complicada...
Peço perdão a todos os visitantes do "Pensamentos, fatos e relatos...", sei que estou devendo...

Quero compartilhar com vocês um texto que escrevi sobre a "Era do Rádio", conteúdo visto na disciplina de História durante este semestre.
Grande abraço...

O RÁDIO que um dia foi...

Quando se fala em “rádio”, não há dúvidas de que todos assimilam o seu significado e reconhecem o importante papel que ele desempenha na sociedade, porém, há alguns anos, o rádio era o veículo de comunicação mais prestigiado no país e vivia um período de impacto na História.

A primeira demonstração pública da transmissão radiofônica no Brasil aconteceu em 1922, durante a Exposição Nacional, e a novidade repercutiu positivamente. Via-se, naquele momento, a oportunidade de elevar o nível cultural dos cidadãos.

Embora fossem somente pessoas de alto poder aquisitivo que tinham acesso ao rádio naquela época, tendo em vista que eram aparelhos importados e caros, esse veículo de comunicação ganhou força com o passar dos anos.

Em 1929, o hábito de ouvir rádio se consolidava e a quantidade de aparelhos em São Paulo alcançava a marca de 60 mil. Na década de 30, o rádio se popularizou e surgiram as chamadas “rádios comerciais”. A finalidade lucrativa gerou muitas críticas, pois o desejo dos intelectuais de desenvolver uma programação voltada à cultura e educação estava ameaçado.

A idéia que se tem atualmente do “4º poder” gerado pela mídia já era visto naquele período. A História registra a utilização do rádio para repreensão política, como a que foi aplicada no governo de Getúlio Vargas, durante a Ditadura. Naquela ocasião predominou a censura, e programações com fins políticos e ideológicos, tudo controlado pelo governo.

O poder do rádio e o seu crescimento eram vistos a cada dia. Durante a 2ª Guerra Mundial, o rádio superou todas as barreiras e mostrou o grande potencial informativo que possuía, pois ele levava as notícias à população, antecipando todo o conteúdo dos jornais impressos.

Porém, o apogeu do rádio foi nas décadas de 40 e 50, quando a História definiu esse período como “Anos Dourados”. Nessa época surgiam as radionovelas, programas de auditórios – com conteúdos musicais e humorísticos – e programas jornalísticos. Era o momento de destaque para Carmem Miranda, Francisco Alves, Marília Batista e Cauby Peixoto, denominados “artistas do rádio”. E também o grande faro jornalístico do Repórter Esso.

Com a chegada da televisão no Brasil, em 1950, o rádio perdeu muito do seu prestígio. Pode-se afirmar que os programas radiofônicos foram sucesso diante da expressiva novidade. Entretanto, o que era novidade no rádio passou a ser novidade na “telinha”. A maioria dos programas de rádio passou para a TV, e entre a voz, e a voz acompanhada da imagem, certamente o público optaria pela televisão.

Em outras palavras:
Era o “novo” sendo substituído pelo “mais novo ainda”, eis a teoria da evolução...

14 agosto 2008

Loucura! Loucura! Loucura!

Pois é, eu estava certa!
As coisas pioraram para o meu lado..rs..
Além dos livros e resenhas da disciplina de Gêneros Jornalísticos, agora tenho também que ler mais um livro por mês para Técnicas de Redação II (para fazer resenhas, resumo e fichamento) e mais cinco artigos para a disciplina de História.

Ao todo, dois livros por mês e vários trabalhos a serem entregues...
Estou quaaaaaaaaase doida, mas sei que vai dar tudo certo!

Desculpem-me por ser tão breve: é que os livros me esperam, rs.
Grande abraço.

06 agosto 2008

E volta as aulas...

As férias passaram muito rápido, meu Deus!
Na última segunda-feira (4) matei a saudade da galera e alguns professores. De um lado muito bom, afinal, fazia 2 meses que não nos víamos. Mas por outro lado, (socorro!), recomeça a correria!

Eu queria fazer um post mais trabalhado, mas para essa semana acredito que não será possível (falta de tempo!)

Falando sobre a volta à faculdade, a primeira aula foi de Gêneros Jornalísticos e confesso que já sofri um "baque": além das atividades já programadas, também vou ter que ler obrigatoriamente um livro por mês, com entrega de resenha. (Isso só desta disciplina!)

Cada resenha entregue vale 1 ponto, diante disso, prefiro pensar: "Ah! Uma resenha por mês não é tanta coisa assim...", rs. Mas, sinceramente, pra quem levanta todos os dias às 4h30 para trabalhar e só sai do serviço às 16h30 para se arrumar e pegar o ônibus às 17h45 para Araçatuba... é complicado!

Esse é só o começo!

Vamos esperar para ver qual será o próximo presente deste semestre, rs.

Abraço!

26 julho 2008

Reflita...

"Poucos são os que ao se deitar ousariam dirigir-se a Deus assim:
'Senhor, trata-me amanhã como tratei os outros hoje!'

19 julho 2008

Um pouco atrasado, mas ainda em tempo!

Durante a elaboração do informativo “Como?”, citado no post anterior, uma situação (até bacana!) me pegou de surpresa...

Enquanto eu observava o Marcos Elia diagramar minha matéria para a segunda edição, chega a Karenine, (nossa coordenadora e quem estava nos supervisionando na elaboração) vem ao meu lado, e diz:
- Vamos ali bater um papo com o pessoal da Record?

Antes que eu respondesse algo, percebi que ela já me encaminhava para o estúdio da TV Toledo. Pensei: Bom, tudo bem. Mas... Papo, que papo? rs.

Quando cheguei ao local, vi quatro cadeiras: por sinal, arrumadinhas. Falaram para eu sentar. Sentei. Ao meu lado estava o Anderson, depois chegou a Rayane e a Marília, todos do 6º semestre, e eu, do 4º.

Percebi que ninguém sabia de nada. Estava até engraçado.
Um dizia “O que é isso?”, o outro, “É, porque estamos aqui?” e por aí foi...

Em poucos minutos chegaram eles: Paula Moraes e Gustavo Marques, da Rede Record – Rio Preto. Sentaram nas cadeiras que estavam a nossa frente.

Nesse instante, olhei pra trás e vi a professora Melissa, responsável pela TV Toledo, e perguntei baixinho:

- O que é isso?

Ela simplesmente me respondeu:

- Vocês vão participar de uma coletiva

Acho que deu pra imaginar o conjunto de “gruup”, né?!
(Todos engoliram seco! rss)


Apesar do susto, posso dizer que saímos bem...
Paula Moraes e Gustavo Marques deram dicas de como se comportar na televisão, comentaram sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão (detalhe a ser decidido no início do segundo semestre deste ano), falaram sobre o risco que vários profissionais correm ao trabalhar em uma reportagem investigativa, e ainda, a ligação da publicidade e a informação, presente na maioria dos programas jornalísticos (...)


É. Foi uma experiência bacana!
Valeu a pena...

12 julho 2008

Motorista x bebida alcoólica

Angélica Neri
4º Semestre de Jornalismo

(*) Texto publicado no "COMO?" - Informativo produzido pelos alunos de Comunicação Social e Design em Moda do Unitoledo. Edição que circulou na quarta-feira (9) durante a Expô de Araçatuba.

Lei Seca determina mudanças de comportamento

Os motoristas que pretendem ingerir bebida alcoólica terão que ir embora a pé da 49ª Exposição Agropecuária de Araçatuba. De acordo com a Lei 11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, os condutores estão proibidos de consumir o álcool em uma quantidade igual ou superior a 0,1 mg/l, o que equivale a um copo de chope. A medida entrou em vigor no dia 20 de junho e prevê a redução do número de acidentes de trânsito.

Segundo a chamada “Lei Seca”, o motorista que for flagrado com quantidade superior de álcool no sangue do que é permitido será multado no valor de R$ 955, por infração gravíssima, e ainda terá sua carteira de habilitação apreendida por um ano. Se a quantidade ingerida for acima de 0,3 mg/l, além de perder a permissão para dirigir, ser multado e ter o carro apreendido, o motorista será preso em flagrante e responderá criminalmente a uma pena de seis meses a três anos de detenção, podendo ser liberado sob pagamento de fiança. A Lei determina também que o motorista que provocar um acidente depois de ingerir bebida alcoólica responderá por crime doloso (quando a pessoa tem a intenção de matar).

O auxiliar de escritório Anísio Melo acredita que a iniciativa em se desenvolver leis para a redução dos acidentes por conseqüência do álcool é válida, porém muito rigorosa. “A quantidade permitida é muito pequena e isso acaba não agradando quem bebe”, comenta.

O DJ André Luiz Viana afirma que tem consciência da importância da nova lei e, por isso, quando bebe, não dirige. “Hoje eu estou bebendo, mas não vou dirigir”, relata

De acordo com a Polícia Militar, a fiscalização está sendo feita em toda a cidade. Até o momento foram registrados 10 casos de motoristas que foram flagrados com o índice de álcool no sangue superior a 0,1 mg/l. Entre eles, dois durante a Expô. “Estamos aguardando o bafômetro e dentro de 30 dias estará a nossa disposição. Por enquanto, estamos trabalhando com exame de sangue ou o exame clínico”, revelam os policiais.

Depois de constatado o álcool no organismo do condutor e determinadas as respectivas punições, o motorista que não concordar poderá recorrer. As instituições que respondem pelas ocorrências municipais são o Detran (Departamento de Trânsito) e Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito), nas rodovias estaduais é o DER (Departamento de Estradas e Rodagem), e nas federais, o Conselho Nacional de Trânsito.

05 julho 2008

Um ano!!

Papel, caneta, câmera fotográfica (...). É momento de checar as informações!
Coletou dados? Ouviu fontes? Ok, tudo pronto. Vamos à próxima etapa...
Computador: Redação.
Lê, relê. Certo?
Manda pra diagramação.
Vêm os bonecos. Revisão.
Riscos e mais riscos, setas e círculos. É impressionante, mesmo que temos lido mil e uma vezes antes de mandar pra lá, sempre encontramos palavras que necessitam correções!
Volta pra diagramação.
Revisão de novo.
Agora sim, manda pra impressão.
E, finalmente: a distribuição...

Estou ficando louca? Hehe. Não, não.

Na verdade, o que relatei nessas poucas palavras foi o trabalho que desenvolvo no Jornal Tribuna Regional, aqui de Auriflama. Na última quarta-feira (2) comemorei um ano de estágio, um ano de aprendizado...

Com certeza é um momento que merece comemoração. Exceto a diagramação, semanalmente passo pelas etapas descritas. Uma experiência que levarei para toda a minha vida.

Confesso que, no início, tive sérias dificuldades em me adaptar ao jornalismo impresso. Primeiro que a oportunidade em trabalhar no Tribuna Regional me pegou de surpresa, pois eu estava ainda no 1º semestre de curso. Segundo, que a minha paixão sempre foi o rádio e a TV e quando fui convidada a escrever o Tribuna, eu estava estagiando no laboratório de telejornalismo da faculdade (TV Toledo). Eu não poderia ficar com os dois!

Foi uma escolha difícil. Os primeiros dias foram de pura aflição.
Embora eu tivesse a ajuda do Ricardo Augusto, jornalista que era responsável pelo jornal na época, eu ainda ficava me perguntando “será que eu vou me arrepender?”. Poxa, era da TV, minha paixão, que eu estava abrindo mão...

Em poucos dias a Tamyris, cursando o 3º semestre na época, chegou de viagem e, junto comigo, também assumiu os trabalhos. Momento em que o Ricardo saiu do jornal para trabalhar na Prefeitura, onde atua como Assessor de Imprensa.

Foi complicado, mas posso afirmar que eu e a Tamyris aprendemos muito nesse tempo. Até mesmo porque depois que assumimos esse compromisso não tínhamos outra escolha, era fazer ou fazer, rs. Algumas vezes brigando, outras sorrindo e porque não citar também as muitas situações que choramos...?

Exceto a diagramação, fazíamos de tudo. Eu escrevia, ela editava, nós revisávamos. Ela escrevia, eu editava, nós revisávamos. “Não seria melhor assim?”, “Será que está certo desta forma?”, “Preciso de ajuda. Como coloco essa informação neste texto?” (...)

Unidas vencemos os obstáculos e conquistamos um aprendizado que, nem que queiram, conseguirão arrancar de nós. Temos muito ainda que aprender, muito mesmo, e temos consciência disso. Mas não podemos negar que o pouco de experiência que adquirimos nesse período é algo muito importante para a nossa vida profissional.

Há cinco meses, nossa equipe aumentou. Nosso amigo Eduardo Martinez, jornalista formado no ano passado, agora também faz parte do grupo. Somos redatores, revisores e repórteres fotográficos enfrentando grandes desafios diariamente, amantes do jornalismo que estão na batalha, na busca por aprendizado. Além de nós, têm a Juliane (responsável pela diagramação), o Lucas (quem determina o que vai ser publicado ou não) e o Paulo Roberto (responsável pela publicidade).

Para fechar com chave de ouro essa minha comemoração, gostaria de compartilhar com os visitantes do Pensamentos, fatos e relatos, mais uma conquista: Hoje, sábado (5), Guzolândia, município vizinho de Auriflama, também ganhou um jornal: O Jornal da Cidade. A sua equipe é a mesma do Tribuna Regional. É o Jornal da Cidade, mais uma oportunidade que eu tenho de adquirir conhecimento e praticar aquilo que um dia escolhi como profissão.

“A alma do jornalista alimenta-se do espírito de aventura e do fascínio da descoberta de uma história não contada”.

29 junho 2008

Por que?

Olá, meus amigos!
Primeiramente peço desculpas pela minha ausência no blog, vocês já devem ter se perguntado: “Ué, ela disse que ia entrar de férias na faculdade e ia ter mais tempo para o blog, o que está acontecendo?" Eu respondo: É o trabalho!

Mas vamos com calma, logo consigo contornar a situação!

Gostaria de compartilhar com vocês uma cena que presenciei na última segunda-feira, dia 23. Fui até a escola que minha mãe trabalha e vi algo que me levou a reflexão. Eu estava em horário de almoço, devia ser 12h30.

No caminho para o portão da saída comecei a lembrar de quando cursei a 3ª série do Ensino Fundamental naquela escola. Nossa, como era tudo diferente! Caderno brochura, lápis de cor, canetas coloridas, geladinho na casa dos fundos... Foi divertido relembrar minha infância!

Aquela foi a primeira escola que estudei em Auriflama, foi em 1998, logo que cheguei na cidade. Posso dizer que foi o primeiro contato que tive após sair de Diadema. Tenho boas recordações daquele tempo...

O tempo passava enquanto eu lembrava de algumas aventuras vividas naquela época, quando senti um “baque”. Passei na frente da sala 4, aquela que eu estudei. Dei uma espiadinha e observei as crianças que faziam a oração do "Pai Nosso”, acompanhadas da professora.

Poxa, é verdade! A oração do “Pai Nosso” era a primeira das nossas tarefas diárias. Como havia me esquecido deste detalhe?

Naquele mesmo instante comecei a refletir, olha só como são as coisas!
Quando crianças, sempre no início das aulas milhões de pequeninos reservam o seu tempo para a oração. Quando crescemos, quantas pessoas se lembram de guardar alguns minutinhos para buscar a presença de Deus e agradecê-lo por mais um dia? Nossa, chega ser uma comparação injusta.

Ultimamente tem sido fácil depararmos com situações embaraçosas nas escolas. Há algumas semanas, na casa dos meus avós, assisti a uma reportagem que mostrava a violência no país. Na ocasião, o repórter trazia aos telespectadores uma triste realidade: um professor espancado por um aluno.

Na verdade, esse foi apenas um doloroso retrato das muitas situações que existem atualmente. Percebo que a diferença entre o aluno-criança e o aluno-jovem é grande, não só de tamanho, mas também de comportamento. Errado quem pensa que o aluno-jovem é mais sábio que o aluno-criança...

A criança carrega consigo algo a mais do que sua inocência, ela é alguém que ainda pode ser aconselhada, e sente prazer nisso. Independentemente de religião, a oração do “Pai Nosso” todos sabem, pois a escola se dispõe a ensiná-la.

Agora, para que seus filhos não andem por caminhos “tortos”, não tomem atitudes erradas e, principalmente, os ensinamentos do Cristianismo sejam praticados, cabe à família dar continuidade àquilo que um dia a escola deu início.

Será que se todos tivessem uma estrutura familiar acompanhada de um conhecimento e enriquecimento espiritual as coisas chegariam ao ponto que chegou? Professores espancados, pessoas assassinadas, constantes tráficos de drogas, etc...?

Precisamos fazer a nossa parte...
Vale a pena refletir!

21 junho 2008

JORNALISMO - Rumo à próxima etapa!

Mais uma etapa foi concluída e, como em todo o final de semestre, novamente é hora de fazer um balanço daquilo que foi desenvolvido. Será que aproveitei bem esses meses? Como foi o meu relacionamento com a turma e os professores? E minhas obrigações como aluna, será que foram realizadas como deveriam?

Não sei se são maluquices da minha cabeça, mas sempre vem aquela sensação de que eu poderia ter ido mais além. Acho que alguns trechos da música Epitáfio, do Titãs, representaria bem isso: “Devia ter arriscado mais, E até errado mais, Ter feito o que eu queria fazer...” (...) “Devia ter complicado menos, Trabalhado menos, Ter visto o sol se pôr, Devia ter me importado menos, Com problemas pequenos...”

Mas essa sensação perde a sua intensidade quando resolvo afunilar as minhas avaliações. É claro que nunca vamos conseguir fazer TUDO o que queremos, muito menos em seis meses ou nos quatro anos de faculdade, que sejam. Sempre encontraremos um “gostinho” de quero mais.

É, pensando bem, devo ficar feliz. Olho pra trás e vejo que muito já foi feito. Realmente, várias foram as conquistas nesse um ano e meio de curso.

Amigos maravilhosos, aprendizados de valores incomparáveis e a minha força de vontade que permanece intacta, apesar de todas as situações embaraçosas que enfrento no dia-a-dia. A vontade de vencer fala sempre mais alto, e isso, com certeza, me faz bem.

Mais um semestre passou e, graças a Deus, não tive problemas com minhas notas. Não fiquei em nenhum exame! Isso é ótimo...

Na última terça-feira, dia 17, minha turma resolveu comemorar o fim do semestre. Organizamos o I Liberdade para os FOCAS, uma festa e tanta, onde reinou muita diversão e companheirismo.

Recebemos a visita dos nossos professores Paulo Nápoli, de Radiojornalismo, e Melissa Moura, de Introdução ao Telejornalismo, que também contribuíram com o sucesso da nossa comemoração.

Na oportunidade, cantamos “os parabéns” para a nossa amiga Dandara Fuhrmann, que no dia seguinte completou mais um ano de vida. Foi tudo muito bacana!

Veja um pouco do que ocorreu lá:

Turma reunida:
Parabéns, Dandara!


Mais fotos no meu álbum do Orkut
(Logo teremos outro encontro como este. Já estamos preparando a segunda edição, hehe)

Enfim, o terceiro semestre também se foi. Quero aproveitar essas férias para ler bastante, desenvolver projetos e “abrir” um pouco a minha mente para novas idéias. Se tudo correr bem, até o final do ano terei ainda mais conquistas para contar aqui.

Dinheiro, sinceramente, não tenho. Luto, diariamente, para atender às minhas responsabilidades. Pago os meus estudos com muita dificuldade e não tenho vergonha em declarar isso...

Mas, quer saber? A fé e a força de vontade que me acompanham são capazes de mover montanhas! Continuo firme. Espinhos existem em todas as fases da nossa vida e, em tudo, com alegria, enxergo meu aprendizado...

Vivendo e aprendendo, SEMPRE!

Abraço galera...

15 junho 2008

Tardo, mas não falho!

Este post será algo diferente de tudo que escrevi desde quando criei o “Pensamentos, fatos e relatos”. Uma homenagem. Um pouco atrasada, eu sei, mas pra tudo se tem uma explicação.

Essa semana foi A SEMANA, como costumo dizer. Ou no popularzão: o “bicho” pegou! (Eu estava em semana de prova na faculdade, duas por dia!).

Trabalhando o dia todo, estudando das 5h às 7h e das 12h às 13h30, realmente, na correria. Além das matérias para as avaliações, eu ainda tinha que terminar de ler um livro (A TV sob Controle), para a disciplina de Teoria do Jornalismo. Nossa! Que semana! Pouco tempo pra estudar... e pra dormir entãooo, nem se fala!

Mas, já passou. Chega, rs... Vamos ao assunto!

Gostaria de utilizar esse espaço para parabenizar uma pessoa muito especial que aniversariou na última terça-feira, dia 10: minha amiga Tamyris Barbosa Araujo (quem um dia me fez compreender o valor de uma verdadeira amizade).

Amigas? Não. Somos mais do que isso. Ela é minha amiga, minha irmã, minha conselheira... Uma pessoa que eu amo muito, muito mesmo!

Quero desejar a ela muita saúde, muita paz, alegrias e conquistas. Que o Senhor derrame sobre ela muitas bênçãos, preenchendo a sua vida de muito amor, fé, sabedoria, paciência, persistência...

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!




Tamyris, obrigada por tudo!
Sua amizade é muito especial pra mim...
Tenha certeza que estarei sempre torcendo por você!
Te amo, maninha!
(E te admiro demaissss)

Bjão!

06 junho 2008

Até quando???

Auriflama tem passado por momentos de pânico nos últimos dias. Assalto à mão armada, roubos e furtos, tem sido destaque nas páginas do jornal que eu trabalho, o Tribuna Regional, em duas edições consecutivas.

Para uma cidade como a nossa, até então conhecida como um município tranqüilo, sem violência e que predomina o companheirismo entre os moradores, esse aumento do índice de criminalidade tem causado muita preocupação, indignação e medo.

Entramos em junho com más recordações do mês que passou. Acompanhamos na última semana de maio, uma lamentável seqüência de crimes em Auriflama. Conforme registramos, foram várias tentativas de furtos, sendo sete consumados; um roubo de um veículo, que graças ao trabalho da Polícia já foi recuperado; e ainda, na edição desta semana (sábado, 07/06), destacamos um assalto a um estabelecimento comercial, que deixou ferido um empresário.

Esse momento crítico que passamos vem reforçar a idéia de que nem todo desenvolvimento traz somente fatores positivos. O crescimento da cidade, através de seu reconhecimento industrial e também educacional, tem atraído as atenções de muitas pessoas. O destaque comercial e cultural tem sido notado facilmente, porém a abertura para a criminalidade também pode ser vista diante de tais fatos.

Auriflama está crescendo, sua economia se desenvolvendo e sua população aprendendo, dia após dia. Será que todos percebem a posição que nos encontramos atualmente? É lamentável, mas conforme nos desenvolvemos, sentimos, pois as infrações apontam. Mas, até quando?

Em cumprimento do que o jornal assumiu há 3 anos e sete meses, ou seja, registrar todos os acontecimentos, e também em defesa da Responsabilidade Social que ele exerce, o nosso papel, enquanto profissionais, não é somente noticiar esses inconvenientes, mas queremos ir além disso. Nosso desejo é que possamos destacar o trabalho realizado pela Polícia de uma maneira satisfatória (Sairíamos da objetividade? Ah! Ela não existe mesmo! E outra coisa, entre ladrão e população, devemos estar ao lado de quem, hein?).

Que os culpados sejam condenados e, para o bem dos auriflamenses, a justiça seja feita!

29 maio 2008

Compartilhando...

Olá, amigos!

O texto que segue foi publicado no Jornal Tribuna Regional, em uma edição do mês passado. Achei que ficou bacana e gostaria de compartilhar com vocês que visitam o "Pensamentos, fatos e relatos...". Leia e reflita!

Editorial - 26/04/08
Por Angélica Neri

Confira:

Além da escola...

“A educação (...) criou uma vasta população capaz de ler, mas incapaz de reconhecer o que vale a pena ser lido”. A frase de G. Trevelyan retrata de uma maneira bem clara a atual realidade em que vivemos.

O papel da escola, a princípio, é mostrar às crianças o poder das palavras utilizando o método da alfabetização. São vogais por vogais, consoantes por consoantes, sílabas por sílabas e, enfim, capacitam-nas a conhecerem as palavras.

Com as letras também vem os números. Ah! Outro grande problema. Como conciliar tudo isso de uma só vez levando em consideração a pouca idade em que se inicia este ciclo?

Alguns alunos se esforçam para alcançar um domínio mais sólido, outros, porém, não têm esse mesmo interesse de ir além do que a escola ensina. Esse é o início de um aprendizado defasado.

Que as dificuldades existem todos nós sabemos, aliás, elas nos acompanham em várias situações por toda nossa vida e isso não é diferente nos primeiros anos de escola. É comum encontrarmos crianças que alegam se sentirem “perdidas” diante de tantas novas informações e, neste instante, a presença, o apoio e o incentivo familiar são fundamentais.

A partir do momento que a criança se sente segura e, mais do que isso, capaz de conhecer além daquilo que o professor já tenha passado para o restante da turma, ela estará adquirindo um novo e importante hábito: a vontade de buscar e aprender.

É seguindo este critério que crianças e adolescentes conhecerão o quanto é relevante abandonar as leituras fúteis do dia-a-dia como sites de relacionamento na internet ou outras revistinhas de pouco conteúdo, e se apaixonar pelo ato de conhecer coisas novas através de livros especializados.

Você já parou para pensar a quantidade de jovens pré-vestibulandos que se desesperam às vésperas das provas? Este é um grande exemplo de falta de amadurecimento intelectual. Foram acostumados assim, baseados somente nas aulas e, infelizmente, hoje sofrem com a falta de determinados conhecimentos, lamentando os anos perdidos e reconhecendo a falta que uma mudança de conduta os causou.

Conhecemos a luta dos professores e as barreiras que eles enfrentam na sala de aula, o tempo é curto e a falta de recursos é muita, o que os impossibilitam de expor todo o conteúdo necessário. É momento de pararmos de culpá-los pelo mau aprendizado que muitas vezes ocorrem e mudarmos nossa postura como pais, mães e irmãos. Pensem nisso!

27 maio 2008

Tá difícil?

Nada nessa vida é fácil e todos nós sabemos disso. O importante, nesse momento, é continuarmos a luta, pois só conhecerão a vitória aqueles que permanecerem na caminhada...

Força, valeu?!
Abraço!

22 maio 2008

Quem sou eu?

Nasci em um momento crítico e por muitas vezes fui censurado...

Cresci no meio de intelectuais que muitas vezes foram reprimidos por incentivar a minha popularidade...

Posso afirmar que embora muitos quisessem, não conseguiram impedir o meu crescimento. Pelo contrário, construí um grande império e conquistei milhares de corações...

Tentaram tapar a minha boca em várias situações importantes da sua vida, mas eu não permiti que isso acontecesse...

Quem sou eu?

Sou alguém que se entristece com facilidade ao ver que muitos daqueles que me amam são forçados a obedecer a regras capitalistas para sobreviverem...

Sou alguém que ainda recebe uma grande porção de ânimo ao saber que existem, ainda que sejam poucas, pessoas que defendem com unhas e dentes o compromisso que têm comigo, ou seja, com a verdade.

Sou alguém extremamente realizado, pois vejo aquela semente que foi plantada há vários anos, hoje gerando frutos por todo o mundo...

Para aqueles que querem seguir-me por status, já deixo claro: dinheiro e fama são pouquíssimos que conseguem...

Sou alguém que pode te afirmar: aqueles que me conhecem e decidem seguir-me por amor, jamais se arrependerão da escolha que fizeram...

Olha...

Posso não ter a capacidade de fazer chover dinheiro na sua vida...

Posso não ter a capacidade de te dar um horário fixo de trabalho e nem te garantir a quantidade de horas que vai dormir por dia...

Posso não ter a capacidade de te garantir uma vida conjugal feliz, pois seu companheiro ou sua companheira pode não entender aquilo que você pratica...

Posso não te garantir uma vida saudável, pois muitos são FRACOS e se deixam levar pelo vício do cigarro e do álcool...

Posso não te garantir emprego para o resto da vida, porque anualmente muitos profissionais entram no mercado...

E aí, já descobriu quem sou? Acho que ficou mais fácil...

Sou alguém que muitas vezes vê grandes talentos desperdiçados, pois se decepcionam com facilidade nas primeiras dificuldades que encontram...

Sou alguém que oferece inúmeros campos de atuação, mas são poucos os que decidem continuar o espinhoso caminho e têm a chance de conhecer a grandiosidade de trabalhar comigo...

Sou alguém que ainda promete muito para o futuro, mas só verão acontecer aqueles que se comprometerem a isso...

Mas, enfim, quem sou?
Eu sou o JORNALISMO!

Será que consegui passar a minha mensagem?
(Esforça-se e conquiste seu espaço!!!)

16 maio 2008

8ª SECOMT - Semana de Comunicação e Moda do Unitoledo

Os acadêmicos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, e Design de Moda do Centro Universitário Toledo de Araçatuba tiveram uma semana diferenciada com palestras, oficinas, concurso e festival de animatics. A SECOMT - Semana de Comunicação e Moda do Unitoledo aconteceu entre os dias 12 e 16 de maio.

Essa foi a primeira edição que reuniu os três cursos. Até 2006, o evento era somente para o Jornalismo, no ano passado o curso de Publicidade e Propaganda aderiu às atividades e, esse ano, os alunos de Design de Moda também fizeram parte da semana.

Segunda-feira, na abertura oficial, Rubens Yoshio Yoshida foi o palestrante da noite, falando sobre “Comunicação e Marketing Digital”. Na seqüência, foram exibidas as 14 videorreportagens participantes do 2º Concurso de Reportagens de TV e a votação era realizada ao sair do auditório. Eu, o Diuân Feltrin, o Cristiano Morato e o Rafael Lopes também concorremos.

Na terça-feira, os presentes acompanharam a palestra ministrada pelo Silvio Barbosa, da TV Gazeta, que abordou o tema “Mídia, tecnologia e TV digital”. Os alunos de Publicidade e Propaganda, neste dia, tinham a opção de participar da oficina de Corew Draw e Photoshop. Já os alunos de Moda, uma palestra sobre "Trajetória da Duo Moda”.

Na quarta-feira, uma surpresa. Lembra do concurso de videorreportagem que citei no início do texto? A videorreportagem que ganhou o maior número de votos foi o “Conteúdo Online” que, por acaso, é o trabalho que produzimos, rs. Será que eu, o Cristiano, o Diuan e o Rafa ficamos felizes? Ahh! Muito. A segunda colocação foi conquistada pela videorreportagem "Blogs", da minha grande amiga e irmã Tamyris Araujo, juntamente com seu grupo. O terceiro trabalho classificado foi o "Vc Repórter", com a voz de ouro da Iradio, minha amiga Natalí, e seus outros colegas.

Ainda na quarta-feira, os alunos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda acompanharam a palestra com Cássio Politi e Diogo Silva, que abordaram assuntos relacionados ao Mundo Virtual, o tema da semana, como, por exemplo, o Second Life. Para os alunos de Moda teve uma palestra na sala de Práticas Jurídicas.

Na quinta-feira participamos de uma Oficina de apresentação de TV, com a Profª Ms. Melissa Moura. Quem não se inscreveu, esteve acompanhando a exposição de trabalhos no laboratório de radiojornalismo. O curso de moda esteve no auditório, na participação de mais uma palestra.

Hoje, sexta-feira, a SECOMT será encerrada com um jogo de confraternização entre Publicidade e Propaganda, e Jornalismo. Os acadêmicos de Moda estarão na instituição, onde irão participar de mais um dia de aprendizado no auditório do Unitoledo.

O evento ainda não acabou, mas posso adiantar: Tudo foi muito bacana. Quero parabenizar a nossa coordenadora Karenine, assim como o Maurício, coordenador de Publicidade e Propaganda, a Jussara, coordenadora de Moda, e todos os envolvidos, pelo sucesso da 8ª Semana de Comunicação e Moda do Centro Universitário Toledo.

A seguir, acompanhe a nossa videorreportagem: As sonoras foram gravadas durante a visita que eu e o Cristiano fizemos ao jornal O Estado de S. Paulo, no final de abril, durante a Semana Estado de Jornalismo.

http://www.youtube.com/watch?v=RnHkn28M6i8

Quero agradecer a todos do laboratório de TV do Unitoledo pelo trabalho realizado. Pra quem não sabe, quase que a videorreportagem “Conteúdo Online” não existiu.

Cheguei de São Paulo no domingo, 27, descarreguei o material e copiei-o no CD. Na segunda-feira, 28, fui até a faculdade levar as nossas sonoras e lá recebi a notícia de que o formato que o vídeo estava gravado não era compatível com o Premiere – Programa de edição utilizado no laboratório.

Nossa, que falta de sorte! Bom, mas isso não nos abalou. Eu, o Rafa e o Diuân, que estávamos lá no momento, começamos a pensar em outra pauta. Enquanto isso, o Alessandro e o Diego sentaram em frente ao computador na tentativa de converter as gravações para outro formato e... conseguiram! :D

Felizmente foi possível utilizar as nossas gravações, porém, faltou um pouco de qualidade de imagem e áudio. Quanto à imagem nada pôde ser feito, mas a dificuldade em se compreender o que era dito foi reduzida, graças às legendas. Agradecemos a Gabi, que ouviu todo o conteúdo que tínhamos separado para a videorreportagem e as escreveu.

Obrigada também à Bia Longhini, que, pacientemente, me agüentou no MSN enquanto eu passava as imagens que eu queria que fossem utilizadas e foi a responsável pela edição, que ficou muitooo boa!

E, enfim, nossos agradecimentos a nossa professora Melissa Moura, que nos incentivou a participar do concurso, mesmo com a nossa pouco experiência.

13 maio 2008

Auriflama em Festa

Auriflama esteve agitada nos últimos dias. Desde a última quarta-feira (7) acontecia na cidade a 16ª Festa do Peão de Boiadeiro e Feira Agropecuária e Industrial. O evento, que foi encerrado no domingo (11), superou as expectativas dos organizadores.

Não participei todos os dias, mas estive por lá na quinta-feira e no sábado, a trabalho. Achei bem organizado.

Na quinta-feira teve o show da dupla Zé Henrique e Gabriel, fui ao Recinto, mas não esperei o show. Como era dia de fechamento do jornal, eu e a Tamyris aguardamos a abertura oficial, tiramos algumas fotos e voltamos para a redação (detalhe: viagem perdida, nem usamos aquelas benditas fotos... aff, uma loooonga história, mas blz).

Na sexta-feira Chitãozinho e Xororó estiveram na festa. Eu tinha atividade avaliativa na faculdade, então não pude ir, mas o pessoal que esteve por lá gostou.

No sábado, a cantora Wanessa Camargo animou a noite. Eu ia ao evento tirar algumas fotos e aproveitei para levar o gravador. Saí entrevistando o povo, as autoridades, inclusive a cantora Wanessa Camargo. Foi muito bacana!

Gostei da gravação e então resolvi levar o material para a rádio no domingo de manhã. Após gravar alguns offs, pedi para o meu grande amigo e excelente profissional Welington Sales, que estava trabalhando lá no momento, editar o áudio, já que o meu relacionamento com Sound Forge só é em estilo amador, rs.

A RETROSPECTIVA 16ª FESTA DO PEÃO DE BOIADEIRO E FEIRA AGROPECUÁRIA E INDUSTRIAL foi veiculada no radiojornal A voz da Cidade, na segunda-feira. Fiquei um pouco preocupada em levar uma tremenda bronca do patrão, porque ele não estava sabendo de nada(rs), mas, ao contrário, recebemos até elogios.
A iniciativa valeu a pena! :)

Confira o resultado deste trabalho - Produção e apresentação de Angélica Neri e edição de Welington Sales: http://www.divshare.com/download/4480294-045 e não esqueça de comentar.

(Ah! Agradeço ao meu amigo Clemerson Mendes por disponibilizar esse áudio na rede. Valeu mininuuuu!)

Abraço a todos!

10 maio 2008

Tentando entender “os porquês” da vida...

Amigos,

Antes de começar a escrever este post, eu gostaria de explicar que ele é simplesmente um desabafo. Não quero citar nomes, aliás, nem devo. Pra falar a verdade, nem quero me preocupar, neste instante, com erros gramaticais ou palavras que podem soar melhor. Eu quero apenas ESCREVER, para não DIZER.

É incrível como as coisas caminham bem por um determinado tempo, e quando nos acostumamos com elas, levamos um belo banho frio, não é?!
Por que? Por que? Por que?

São tantas as perguntas, mas, mais ainda, são as decepções. Como pode as pessoas enxergarem nossos erros com tanta facilidade e nossos acertos, ou pelo menos tentativas, serem a todo momento desprezados?

Como podem existir pessoas que falam aquilo que vem na cabeça e não pensam nas conseqüências disso pra aquele que ouve? São palavras profundas e ditas de qualquer maneira, que machucam, e são capazes de, em minutos, estragar uma noite, um final de semana, um mês... ou até mesmo desestruturar por muito tempo um relacionamento (de pai pra filho, entre irmãos, amigos, namorados ou até mesmo casais...)

Já tentei buscar uma solução que possa explicar esse jeito “não-humano” de ser, de muita gente. Mas está difícil. Reconheço, inclusive, que todos têm esse lado meio “estúpido” guardado no seu íntimo e que, às vezes, na raiva ou pressa, acaba cometendo um deslize involuntário, acabando por exteriorizar essa horrível característica. Porém, o que me choca é quando o que seria “ás vezes” assume um percurso rotineiro, aí sim, se torna amedrontador.

Observo em meu dia-a-dia uma pessoa que incansavelmente pede mudança, de tudo e de todos, mas, na verdade, nem sabe o que é isso. Julga negativamente sua família, mas não tem idéia do grande tesouro que possui.

Poxaaa! É tão difícil assim perceber que não é uma, duas ou três pessoas que sofrem com tais atitudes?

Na noite de quinta pra sexta-feira presenciei (e por que não dizer que participei?) de uma cena lamentável. Foram frases que marcaram. Confesso, deu uma “baqueada” legal em mim...
Sabe aquelas palavras que são ditas com a intenção de nos derrubar, nos enfraquecendo? Então, foi mais ou menos assim, e confesso, doeu. Porém, sofri infinitivamente mais por outra pessoa que amo muito e que não merecia passar por aquela situação. Queria poder fazer algo, mas infelizmente... não há nada a ser feito por mim.

Tento achar uma justificativa para esses e outros “porquês” da vida, mas está muito difícil.
Entendo que as dificuldades que enfrentamos hoje é o impulso que muitas vezes precisamos para, lá na frente, percebermos o nosso amadurecimento pessoal e o quanto somos capazes de crescer através dessas lutas. É isso e a Fé em Deus, que nos faz ainda estarmos firmes.

Eu ainda vou ver a mudança que o meu coração deseja, acredito nisso!
Chega de sofrimento, tem gente que precisa (e merece) ser feliz...

(PACIÊNCIA... tá?!)

05 maio 2008

Semana “tudo-de-bom”

Puxa vida, que atraso!

Prometi contar todos os detalhes da minha participação na Semana Estado e a aventura em Diadema, mas acabei sumindo... Mas vamos lá, ainda está em tempo!

Cheguei a São Paulo por volta das 6h30. O Cristiano, meu colega de sala, e a prima dele - a Andréa, já me esperavam no terminal rodoviário da Barra Funda. Seguimos à casa da Dona Izabel, mãe da Andréa, e fui muitooo bem recebida. Uma família de coração enorme!

Tomamos café da manhã, nos arrumamos, almoçamos e, enfim, rumo à sede do jornal O Estado de São Paulo.

A primeira palestra, sinceramente, não achei grande coisa. Sei lá, um tema legal, mas não pra quem estava em um “baitaaa” jornal como o Estadão e que tinha sede em ouvir e discutir assuntos relacionados ao jornalismo. O palestrante foi o Hugo Penteado, do Banco Real, que falou sobre o “Desenvolvimento Sustentável”.

O segundo dia foi beeeem mais gostoso. O assunto em pauta foi “O exercício da profissão com responsabilidade e qualidade” e, na ocasião, entrou como gancho o “caso Isabella”. Sobre isso falou o comentarista da TV Cultura, Renato Lombardi; também a chefe de reportagem do caderno Metrópole do Estadão, Luciana Garbin; e Ivaney Cayres, um delegado.

“Fotojornalismo” foi o tema abordado no dia 24, quinta-feira, com uma palestra bem dinâmica. O editor de fotografia, Juca Varella, e o repórter fotográfico, Paulo Pinto, contaram suas experiências e nos ensinaram muito.

No último dia, os jornalistas Hamilton dos Santos, da Editora Abril; Francisco Ornellas e Roberto Godoy, do Estadão, e mais uma coordenadora do curso de jornalismo da cidade de Mogi das Cruzes, falaram sobre “formação e o mercado de trabalho”, destacando o perfil do jovem profissional que o mercado espera encontrar. Eu gostei. Tudo muito bacana.

Saindo de lá, outra grande aventura! Hora de rever Diadema, cidade onde morei até os meus 9 anos de vida.

Liguei para a “tia Dina” - a mulher que cuidou de mim durante esse tempo em que eu residia lá e por quem guardo um imensooo carinho - e avisei que estava a caminho. (Já havia ligado na segunda-feira dizendo que eu iria, mas antes de chegar ao terminal resolvi confirmar a minha ida).

Ok. Tudo pronto.
Peguei o metrô na Sé e parti destino ao Jabaquara.
Que ansiedade! Após uma década... Dentro de minutos, eu veria a “Tia Dina” e as mudanças que ocorreram em Diadema, durante todo esse período.


Cheguei ao terminal do Jabaquara, peguei um ônibus e, enfim, vi a Igreja Católica. Aquele era meu ponto de referência. Eu lembrava da Igreja e do “Supermercado O Barateiro”, pois daquele local saía uma rua que me levava a casa da “Tia Dina”. “O Barateiro não existe mais, agora é o “Supermercado Compre Bem”, mas beleza, pelo menos a rua continua no mesmo lugar, rsrs...

Segui naquela direção, logo avistei uma padaria – aquela padaria é da minha época, rs! – aí tive certeza que estava no lugar certo. Caminhei um pouco mais e... cheguei!
Nossa, que alegria! Colocamos os assuntos em dia, comemos pizza, assistimos televisão e dormimos.

No sábado, acordei com a “Tia Dina” me chamando para atender ao telefone. Era a Sibelly, uma amiga minha da infância em Diadema, aproveitamos a oportunidade e saímos por lá.

A Sibelly me acompanhou por todos os cantos, hehe. Fomos à escola onde estudei, meu querido Centro de Estudos Júlio Verne; visitamos os lugares onde morei; também passamos pela “Praça da Moça”, uma praça onde meu pai me levava pra ouvir os “Bem-te-vis” cantarem (rs!); Nossa, tudo muitooo bom! Recordei muita coisa da minha vida!

Chegamos na “Tia Dina” por volta das 13h. A Sibelly foi embora, mas eu continuei por lá. A “Tia Dina” saiu pra fazer compras e eu preferi ficar assistindo televisão, pois estava muuito cansada. Ela chegou e nós almoçamos (huuumm, e que almoço!). Depois fomos até a sorveteria e aproveitei uma super sobremesa ao lado da minha querida “Tia Dina”.

Quando retornamos a casa dela, os batimentos do meu coração já não eram mais os mesmos. Era o momento de, mais uma vez, nos despedirmos. Preparei a malinha e ela me acompanhou até o ponto. No ônibus, as lágrimas escorriam e o brilho nos meus olhos demonstrava a tristeza que eu sentia naquele instante. Se houvesse alguma dúvida quanto ao carinho que eu sinto por ela e por aquela cidade, acredito que ali se encontrava a resposta.

“Xau, Diadema”...
Lágrimas que não cessavam, dor que não cabia no coração, enfim, tudo verdadeiramente sincero..

21 abril 2008

Férias!

Olá amigos!
A partir de amanhã, 22, estarei de férias do jornal e da rádio (Ufa! rs), mas continuo na luta.
Hoje embarco para São Paulo, onde participarei dos dias 22 a 25 da Semana Estado, na sede do jornal O Estado de S. Paulo - Uma semana de aprendizado com palestras e várias outras atividades.

Na sexta-feira, 25, após o encerramento do evento, vou matar a saudade da minha terrinha: Diadema, onde morei até os meus 9 anos. Desde que mudei para Auriflama, nunca mais voltei lá.

Nossa, que ansiedade!

Assim que eu voltar de viagem, com certeza, estarei retratando tudo aqui. Faço questão que meus amigos conheçam a minha aventura.

Pra encerrar, deixo uma frase que eu gosto muito:

"O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter." (Cláudio Abramo)

Grande e forte abraço!
Até a volta...

18 abril 2008

Morte da menina Isabella: O assunto do momento

Talvez ao ler esse título você já pensou "Ah! Isso de novo?". Eu respondo: SIM, de novo.

O que me levou a escrever a respeito deste assunto foi a minha indignação, não apenas pelo caso (este motivo é óbvio), mas também pelas constantes críticas que a mídia tem recebido por divulgar as informações apuradas.

A boca do povo diz:
“A televisão, o jornal, o rádio, tudo só fala disso”
“Ah! Isabella de novo...”
“Nossa, não tem outro assunto?”
(... e coisas do tipo)

Até aí dá pra “engolir”, afinal, sabemos que as pessoas esperam encontrar nos meios de comunicação coisas novas. Mas um outro comentário me assustou na noite de ontem (17). Um cidadão dizia: “Chega de Isabella! Eles pensam que somos bobos, todo mundo sabe que isso não vai virar nada. O que não fazem por uma audiência, né?!”.

Confesso que fiquei preocupada com essa interpretação. Tentei explicar o papel da mídia neste caso, mas pra falar a verdade, não sei se obtive êxito. A pessoa, que até o momento não sabia que eu era estudante de jornalismo, sacou na hora e parou de falar.

Poxa, então é essa a imagem que as pessoas têm dos meios de comunicação? Traz a divulgação dos fatos somente pela audiência? Eu tinha uma pequena noção a respeito disso, mas ao ver assim, frente a frente, nossa...

A verdade é que aquele espaço antes ocupado pela PAIXÃO de se noticiar os fatos foi substituído pelo CAPITALISMO – divulga aquilo que vende. Hoje em dia, infelizmente, há uma distorção, aos olhos do público, quanto à maneira em se fazer jornalismo. Para ele não existe mais a idéia do fazer por gostar, mas sim, do produzir pra vender. É uma pena que o trabalho dos jornalistas seja analisado dessa forma.

Paremos para refletir: Você é alguém que pensa como essas muitas pessoas? Você também acha que a mídia está “batendo muito na mesma tecla”? O caso da menina Isabella deveria receber menos cobertura?

Não quero manipular a sua opinião, pelo contrário, assim como estou me expondo, gostaria também de saber a sua.

Eu penso da seguinte forma: Os meios de comunicação estão muito presos a este caso sim, mas, nesse momento, é necessário. Você tem observado que a cada dia se tem algo novo sobre o crime? Este é um dos pontos positivos que podemos encontrar no trabalho realizado pelos jornalistas. Eles estimulam, através da divulgação dos fatos, a solução dos problemas. Será que as autoridades estariam tão empenhadas, como estão, se a mídia não estivesse em cima fiscalizando e cobrando por respostas?

14 abril 2008

Adeus ao jornalista Eduardo Martins...

Perdemos ontem um grande ícone de profissionalismo, garra, dedicação e amor pelo jornalismo. Vítima de insuficiência respiratória e de um tumor na bexiga, Eduardo Martins se foi, deixando aqui centenas de admiradores.

Eu, como futura jornalista que sou, deixo aqui as minhas palavras de gratidão ao nosso mestre da língua portuguesa. Pra quem não sabe, Eduardo Martins foi o autor do “Manual de Redação e Estilo” do Estadão, um instrumento muito utilizado no dia-a-dia dos profissionais da área.

Quanto mais conheço a história desse homem, mais o admiro e o vejo como um exemplo a ser seguido. Ele começou a trabalhar na Redação do Estado aos 17 anos de idade, primeiramente como colaborador e, mais tarde, sua garra e determinação permitiram que o jovem garoto se destacasse como redator, repórter, editor, entre outras funções que ocupou no Grupo Estado.

Amigos jornalistas e futuros jornalistas:
Vamos, a partir de agora, olharmos para o nosso futuro com outros olhos. É normal encontrarmos profissionais por aí que almejam somente prestígio e status, mas nós não podemos ser assim.

Eduardo foi um simples colaborador e hoje, em minha opinião, se transformou em um profissional de destaque no jornalismo. Ele não buscou somente aquilo que muitos desejam, mas ele foi à luta por aquilo que poucos se interessam: Ser reconhecido sim, mas não por qualquer motivo. O aprendizado da escrita e o conhecimento das técnicas o fizeram um JORNALISTA, POR MÉRITO.


“Aos 68 anos, costumava dizer, com muito orgulho, que esse foi o único emprego de sua vida, uma paixão profissional”, citou o Jornal O Estado de São Paulo, desta segunda-feira.

Foto: www.estado.com.br

12 abril 2008

E o tempo passa...

Olá, amigo (a)!
Agradeço mais uma vez a sua visita!
Como já disse em posts anteriores, a correria e o excesso de compromissos tem me tomado muito tempo nos últimos meses e, por isso, o blog está um pouco desatualizado - A última postagem ocorreu há uma semana!

Pra você ter uma idéia, olha só: Para a faculdade, livros e mais livros para ler, trabalhos e mais trabalhos para fazer, pautas para pensar... Nossa, que loucura! Além da correria de sempre na rádio e no jornal que eu trabalho.

Bom, mas vou tentando conciliar tudo de uma maneira que não prejudique nenhum lado. Nem mesmo o blog, certo ?!

Oh, tempo pra escrever algo bacana para postar aqui infelizmente não tive, aliás, acho que nem cabeça pra isso eu tive, rs. Mas, pra não deixar parado, gostaria de compartilhar com vocês um artigo que, fuçando, encontrei aqui no arquivo do jornal: é um texto meu, publicado em 15 de abril de 2005. Na época não trabalhava no jornal ainda e cursava a 2ª série do Ensino Médio. Confira:

Um ciclo de transformações
Os dias passam, os meses, e com eles, os anos. Diante de um mundo globalizado é inevitável que não ocorra transformações, sejam elas na parte tecnológica ou social. Antes da Consolidação das Leis Trabalhistas, os trabalhadores não tinham direito algum. Nem férias, salários fixos, o 13o salário nem passava pelas suas cabeças. E o famoso registro? Jamais haviam pensado nessa possibilidade.

Já embarcando nesse assunto, é importante destacar também o avanço que a mulher conquistou em anos de luta e perseverança. O voto que foi concedido, depois de muita injustiça, tornando assim, um país mais democrático.

A História nos revela muitas transformações, buscando sempre ressaltar a importância de mudar, renovar, enfim, evoluir, aceitando novos desafios. Mas é importante destacar que as mudanças podem trazer conseqüências favoráveis ou desfavoráveis ao aprimoramento humano. Quer um exemplo? Construções implantadas há dez anos, são consideradas antigas. Roupas do ano passado são consideradas fora de “moda”. Onde iremos chegar?

Ter uma continuação renovadora é muito bom, mas o fato de analisar pela aparência e avaliar o mundo de acordo com as “novas diretrizes”, faz com que as pessoas deixem de pensar no “melhor” e busquem o que está no “auge”.

Acontecimentos que não podemos permitir que se estendam é essa interpretação lastimável de que “tal roupa” não está sendo mais usada ou que aquele carro já está antigo, ou ainda, este celular já saiu de linha. Essas mudanças devem ser ignoradas, pois só existem, por visar capital. Devemos abandonar essa “tecnologia exploradora”.

Não podemos deixar a “tecnologia relevante” sem destaque. Com ela, a cada dia que passa, temos um novo avanço, uma nova idéia, um novo sonho e, podemos dizer também, um grande amadurecimento das pessoas.

Em décadas anteriores, quem imaginaria que seria possível conectar uma linha telefônica ao computador e, a partir disso, manter contato com pessoas de todo o mundo? Aliás, e quando se fala em internet via rádio, você já parou para pensar? Por freqüência de ondas, a informação é levada a vários lares. Algo tão simples aos olhos humanos, mas muito significante para a ciência.

O tempo passa, informações vão chegando, novas descobertas vão surgindo e novas “modas” vão se desenvolvendo. A passagem do ontem para o amanhã é considerado um período em que muitas transformações estão sujeitas a ocorrer. O hoje é algo presente e talvez já ultrapassado, que coisa não?!
Grande e Forte Abraço!
Obrigada pela visita..
Não esqueça de comentar :D

05 abril 2008

Meu Perfil...

Olá, amigos!
É muito bom recebê-los novamente em meu blog, viu?!
Visite-o sempre! :)

A postagem de hoje é um texto muito especial que, na verdade, não foi redigido por mim, mas fala sobre mim. É um perfil da minha vida que foi escrito pelas minhas grandes amigas Tamyris Araujo e Juliana Martins...

Confira:

Jeitinho de criança, sorriso de menina e atitude de mulher

Angélica Mariana Alves Neri nasceu no dia 15 agosto de 1989 na cidade de Auriflama, interior de São Paulo. Uma mulher com jeito de menina-moça, esforçada, que luta, independentemente das dificuldades, e que não apenas sonha, mas busca.

Trabalha desde os seus 12 anos e, ao contrário de muitas pessoas que lamentam por começar muito cedo, ela tem orgulho. Seu primeiro emprego foi no escritório de advocacia da sua tia Voine, por apenas um ano, em Auriflama.

Amante da comunicação, rádio e televisão são suas grandes paixões. Com apenas um telefonema para reclamar de um buraco na rua. Foi assim que a voz de Angélica foi descoberta. A partir deste dia, sua vida mudou, com somente 13 anos estreou no rádio com o seu programa, Novos Talentos, que foi ao ar no dia 08 de fevereiro de 2003, sábado, pela Rádio Nova Difusora de Auriflama. Após dois anos na emissora, Angélica ganhou o seu programa diário. Quem olha para ela não imagina o potencial de sua voz.

Com nome angelical, sempre teve muitos apelidos carinhosos. Gegê, o primeiro dado pela babá, Gê pela família materna, Má, pela família do pai. Gé, já com 13 anos, depois que começou a trabalhar na rádio. Neri, no 1º colegial, quando mudou para a escola de ensino médio, e na sala tinha mais de uma Angélica, para evitar confusões, o sobrenome foi a solução. Muitas maneiras para se referir a uma pessoa tão especial.

Hoje, ainda trabalha na Rádio Nova Difusora e no Jornal Tribuna Regional de Auriflama, exercendo a parte técnica e locução na rádio e no jornal a função de redatora e revisora. Ressalta que não tem uma rotina das melhores, mas consegue se manter firme, é feliz por isso. Angélica é um exemplo a ser seguido, por ser dedicada em tudo o que faz, é digna de reconhecimento.

Pele de mel, olhos escuros como a noite, e com traços de quem busca um futuro, cabelos ondulados e compridos até o meio das costas, sobrancelha grossa que fica em segundo plano por causa dos óculos, mesmo sendo discreto.

De estrutura alta e magra, mas não porque come pouco. Ela gosta especialmente de massas, mas não dispensa a sobremesa, ama doces, como ela se descreve, uma formiguinha.

Quieta, reservada, e algumas vezes vulnerável, se deixa levar por pessoas que não são amigas realmente. Com seu jeito meigo ainda consegue ver verdade e bondade em todas as pessoas, talvez uma qualidade, mas atualmente mais um defeito.

Unhas pequenas, devido ao hábito de roê-las. Está tentando parar, mas de vez em quando tem suas recaídas, e tudo volta à estaca zero.

Saudade, palavra que descreve o sentimento dela em relação à cidade onde passou o maior tempo da infância, da sua escola e dos amigos de lá de Diadema, localizada perto de São Paulo. Também algo recente, mas que deixou marcas por amar o que fazia: estagiar no laboratório de TV do UniToledo.

Simples e sonhadora, ao falar de sua família, desabafa que gostaria que todos fossem mais presentes e atuantes na sua vida. Essa ausência é notável, carente de carinho desde criança, ela conta que era pequena quando veio para Auriflama, sua mãe ficou ainda um ano em Diadema, só a via de 15 em 15 dias. Nunca gostou de matemática, ao contrário da mãe, que é professora da disciplina. Quando tinha dificuldades com as tarefas, a solução era o telefone. Marisa ensinava as continhas para a filha de 9 anos pelo telefone. Um ano de ausência materna.

Filha de pais separados desde o Natal de 2002. Quando fala sobre o assunto diz que foi melhor para todos na época, e diz que apoiou o ocorrido.

Uma garota estudiosa que cursa o terceiro semestre de Jornalismo do UniToledo. Inteligente e dedicada ela conta que tem medo de, por qualquer motivo, não terminar a faculdade.

Com um semblante de preocupação ela nos diz que sente saudades do passado e tem medo do futuro, e em público ri á toa, mas sozinha no quarto, chora. “Erro, mas aprendo, sofro, mas suporto!”

Tempo. Um grande problema para quem não sabe administra-lo bem. Angélica é desorganizada neste sentido, não consegue lidar bem com o pouco tempo que tem para fazer as suas coisas.

A mocinha cativa as pessoas. Quando ainda não a conhecem alguns podem pensar que é chata, talvez pela timidez, mas com a convivência é visível o seu jeito carinhoso de criança que conquista a todos que a cercam. Calma, mas quando lhe convém, sabe ser impaciente. Com seu suave jeito de falar consegue lidar com os mais difíceis problemas.

Evangélica, e devido a isto só usa saia. Uma história linda de amor a Deus, uma mudança completa no seu jeito de viver e em seus hábitos. Menina de muita fé e oração.

Como a maioria dos jovens, conectada no mundo virtual: sempre ligada ao msn, orkut e blog. Atenciosa e simpática com todos. Quem a procura encontra nela uma amiga sincera. Muitas vezes deixa de fazer as suas obrigações, de pensar em si mesma para pensar nos outros.

Uma pessoa que não acredita no seu potencial, achando que tudo o que faz está errado: pessimista. “Apesar disto, não me queixo das coisas, faço o que posso.”

Descrever a Gé em poucas palavra é complicado. Em meio a tantas, simples, determinada e sonhadora define bem a nossa amiga.

*AH! QUEM DERA EU FOSSE TUDO ISSO! HEHE
Embora eu acredite que elas exageraram um pouco, eu confesso: Ameiii isso :)
Obrigada, migah (Tamyris)!
Obrigada, Jú!
Deus abençõe vocês...