Nunca escondi o quanto amo a profissão que escolhi. O Jornalismo me fascina, me encanta.
Há alguns dias brinquei com a minha mãe: "Pronto. Fiz Jornalismo porque gosto. Agora tenho que cursar algo que me faça ganhar dinheiro", rs.
Confesso que nem procurei saber o quanto me renderia ($$$) ser jornalista. Eu simplesmente percebi que eu não conseguiria sentir por outra profissão o que eu sentia pelo Jornalismo. Escolhi o que me daria satisfação.
Penso em continuar estudando sim. Jamais para mudar de área. Buscarei especialização com o objetivo de me qualificar mais e mais. O mercado de trabalho não só exige, mas também merece, profissionais capacitados.
Os últimos meses de 2010 foram marcantes. Enfrentei momentos de angústia, aflição, correria, empenho e superação. A elaboração do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) cobrou muito de mim e dos meus companheiros de grupo. Situações difíceis surgiram, problemas técnicos... mas Deus nos fortaleceu!
A apresentação ficará na memória. As considerações da banca examinadora foram importantíssimas para a nossa caminhada profissional. A nota 10 nos deixou sem palavras por alguns minutos, sem ação. Só nos manifestamos quando a nossa orientadora disse: "pessoal, acabou!", rs. Simplesmente rimos e nos abraçamos...
A colação de grau foi linda. O discurso criativo da nossa coordenadora e paraninfa Karenine Cunha tem um significado especial em nossos corações. Fiquei muito feliz com a presença das professoras Ágatha Urzedo (patronesse), Ayne Salviano e Melissa Moura na cerimônia. São quatro pessoas especiais, que contribuíram muito para a nossa formação.
O jantar dançante de formatura também foi tudo de bom. Familiares e amigos comemoraram conosco esta grande conquista. Momentos de festa e despedidas...
Eu estou realizada!
Ganhei grandes amigos! Adquiri conhecimento! Venci desafios...
Agora, um novo tempo começa...
Aproveito a oportunidade para agradecer a todos que estiveram comigo nesse período, em especial aos amigos-irmãos Diuân Feltrin, Rafael Lopes e Tamyris Araujo, Cristiano Morato e Luiz Gustavo Caldeira. Eu amo vocês!
Esperei tanto por este momento e agora posso comemorá-lo. Agora sim, sou, de fato, jornalista!
É com grande alegria que compartilho esta conquista com vocês. Lutei e, finalmente, venci. É sim uma grande vitória. Sou apaixonada pelo Jornalismo!
Na última quarta-feira, dia 12, eu e meus companheiros de turma participamos da colação de grau. Cerimônia linda e especial. Momento inesquecível.
Atuei como oradora da turma. Na ocasião, li uma mensagem aos alunos e a todos que, de alguma maneira, contribuíram com a nossa formação. Minha irmã até gravou o meu discurso, mas ainda não tive contato com o vídeo.
Estou realizada. Feliz por tudo o que está acontecendo em minha vida, por todas as pessoas maravilhosas que Deus colocou em meu caminho. Por tudo o que aprendi nesses quatro anos…
Vou sentir muitas saudades dos professores e vários amigos que conquistei no UniToledo, em especial dos meus “irmãos” Diuân Feltrin e Rafael Lopes. O trio mais unido da sala… a “Turminha Estado”, como alguns apelidaram, rs.
Ainda na solenidade de colação de grau, durante o discurso da nossa coordenadora e paraninfa Karenine Cunha, fomos surpreendidos com a classificação de todas as panelinhas da sétima turma de Jornalismo: o nosso trio ficou conhecido como a “Panelinha dos Nerds”, incluindo também os amigos Cristiano Morato e Luiz Gustavo Caldeira (pois é, agora um quinteto!), rs.
Karenine também preparou uma reportagem, aliás, muito criativa, que destacava o que ela imagina para o nosso futuro. Eu, segundo ela, serei repórter da TV Globo…
Nossa turma recebeu o nome de “Profª Melissa Carolina de Moura”. A querida jornalista Ágatha Urzedo foi a patronesse.
Estou muito feliz!
Parabéns amigos jornalistas, por esta importante conquista! Obrigada, professores, família e amigos, por tudo o que vocês representam em minha vida!
Confira agora o meu discurso:
Colegas de turma, companheiros de profissão; professores, familiares e amigos, boa noite!
É... este é um momento especial, um dia de festa!
Parece que foi ontem que nos conhecemos (como passou rápido!).
Em 2007, éramos ainda jovens despreparados, sem muita noção do que encontraríamos pelo caminho. Andávamos pelos corredores do Unitoledo com grandes expectativas para descobertas. Conhecemos aos poucos um universo de possibilidades.
Lembro que na primeira semana de aula, alunos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo participaram juntos de programações diferenciadas, conheceram os laboratórios... um momento de integração.
Hoje, novamente estamos reunidos. Agora com um objetivo maior e ainda mais prazeroso: a nossa tão almejada colação de grau.
Já é possível perceber o nosso amadurecimento. Quatro anos se passaram. Somos agora profissionais, com sonhos e objetivos traçados.
Tivemos algumas decepções, claro. Quantos de nós achávamos que poderíamos mudar o mundo?! E depois percebemos que não é tão simples e fácil assim.
É pessoal, nossa profissão tem também os seus espinhos, como qualquer outra.
Muitos de nós ficamos indignados com a queda da obrigatoriedade do diploma. Outros até concordaram... Mas sempre existia aquele impasse: e agora, fazer faculdade pra que? Vale a pena tanto esforço? E a resposta veio com o tempo.
Sim, vale a pena! O mercado de trabalho jamais fechará as portas para quem é bom, para quem se dedica à profissão. A formação é essencial. E as oportunidades vêm.
Com fé, determinação e apoio da família foi possível romper as barreiras, vencer as dificuldades.
Durante esses quatro anos, descobrimos novos potenciais; vimos mudanças de comportamento;
Convivemos com alunos quietos, tímidos; alegres, extrovertidos; intelectuais e distraídos;
Aprendemos com a empolgação e otimismo de alguns, cansaço e revolta de outros; aprendemos com as demonstrações públicas de afeto e companheirismo, e aprendemos até mesmo com nossos desencontros, discordâncias.
Sorrimos, choramos; compartilhamos momentos de desespero, aflição (TCC); mas também de união, alegria e conquistas;
E nossa festinha “Liberdade para os Focas” hein?! Ficamos só na primeira edição...
E o tempo passou...
Vimos muitos dos que começaram conosco pararem o curso e deixarem saudades. Outros companheiros chegaram...
Em nome da turma, agradeço a todos que, de alguma maneira, contribuíram para que chegássemos até aqui. Primeiramente a Deus, que nos concedeu saúde, força e discernimento; Nossa família e amigos pelo constante apoio; diretores e proprietários de veículos de comunicação, que nos deram a oportunidade de estágios e empregos, permitindo que colocássemos em prática grande parte do que aprendemos nos bancos acadêmicos;
Agradecemos aos professores, por todo ensinamento compartilhado e também palavras de incentivo durante as aulas, conversas informais no dia a dia e emails motivadores; e claro, a todos da família Unitoledo que muito bem nos receberam durante todo esse período.
Do Unitoledo levaremos mais do que a formação, mais do que o diploma. Guardaremos na memória e no coração as oportunidades incríveis que tivemos, amigos especiais, momentos marcantes;
Concluímos hoje mais uma importante etapa de nossas vidas!
Lembraremos sempre das provocações em que fomos submetidos. Reflexões necessárias...
Precisamos sonhar, buscar. É necessário ousar.
Somos capazes, sim, de romper os limites.
Lembrem-se: O “NÃO” nós já temos. Agora é hora de alcançarmos o “SIM”!
Um forte abraço a todos!
E sucesso!
Que Deus nos ilumine nessa caminhada.
Com a permissão de Deus, hoje posso dizer: "eu venci!"
Está tudo tão corrido que parar para atualizar o blog tem sido muito difícil. Chegaram (e já passaram!) as festas de fim de ano, na próxima quarta-feira (12) vem a colação de grau e depois o jantar de formatura (22). Os detalhes são tantos... é necessário estabelecer prioridades.
Sei que estou devendo um post sobre as minhas últimas experiências de 2010. Nem mesmo as fotos e as novidades do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) eu compartilhei com vocês. Peço perdão, logo farei isso. Só pra não deixá-los curiosos: meu grupo foi aprovado com nota 10!
Passei rapidamente por aqui para desejar um 2011 de muita paz e alegria a todos vocês. Sucesso e muitas conquistas nesta nova etapa!
Será um ano diferente em minha vida e por isso peço que torçam por mim.
Pedi demissão da rádio e dos jornais recentemente e agora busco novas oportunidades. Confesso que amo essas empresas, pois lá aprendi muito e conheci pessoas maravilhosas. Mas tomei essa decisão com o desejo de me dedicar a uma área que eu realmente amo e sempre sonhei em atuar: o telejornalismo.
Ainda não é tempo de despedidas, então o meu objetivo hoje, aqui neste espaço, não será transmitir emoção. Aguarde só mais algumas semanas e deixarei que o meu coração direcione as palavras - que, confesso, pulsam, em forma de alegria e gratidão.
Quero aproveitar este espaço agora somente para relatar as experiências dos últimos dias. Prazos que me deixaram exausta, aflita; e também resultados que me passaram confiança, certezas. Situações que me deram a sensação de que não sou a mesma Angélica Neri que meus colegas de curso conheceram há quatro anos, mas a "quase jornalista" cheia de sonhos, que só espera o momento certo para conquistá-los.
De segunda-feira (8) até hoje, tive que "abraçar" vários compromissos: realizar uma prova de Jornalismo Especializado II, finalizar o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), entregar o documentário sobre os 10 anos do Enpex (Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão), fazer o cerimonial de abertura do evento e apresentação de dois trabalhos - e exposição do pôster.
Período de muitos desafios. Vontade de continuar na batalha, por ver que depois da luta sempre vem a vitória...
Um abraço aos meus amigos-irmãos que sofreram comigo esses momentos de medo, angústia, insegurança. Continuemos a marchar, companheiros. Agora o TCC está pronto!
Ps: A respiração aliviada virá só depois da apresentação e entrega do material em capa dura, rs. Mas já está valendo...
Um abraço também ao Rony Menezes, que me aguentou tanto tempo na ilha de edição. Ajudou muito na edição do TCC e na produção do documentário dos 10 anos do Enpex.
Agradeço muito também ao Vinícius, técnico do laboratório de TV do Unitoledo. Um grande profissional!
Nossa orientadora profa. Ms. Melissa Moura, que, principalmente nesses últimos dias, dedicou muita atenção e apoio ao nosso grupo. Obrigada!
E a todos que nos ajudaram nesse período!!!!
Só pra lembrar: este ainda não é meu post de despedida do curso; tenho muuuuuitas situações para relatar e muuuuuitas pessoas para agradecer.
Gosto quando tenho que enfrentar desafios. Gosto mais ainda quando o resultado é satisfatório. Tenho um exemplo bem recente: uma atividade avaliativa para as disciplinas de Jornalismo Especializado II e Técnicas de Redação/Projetos e Produtos II;
Você confere a seguir o trabalho que produzi sobre a 10ª Secomt (Semana de Comunicação Toledo), realizada neste mês, no Unitoledo, em Araçatuba.
Éramos uma equipe. Meu grupo ficou responsável pelas imagens, além de auxiliar na elaboração das perguntas para o palestrante Caco Barcellos. Eu entrevistei, produzi o texto e fiz a edição (áudio e vídeo);
Este material está disponível também no blog do curso e posteriormente será publicado no blog Mundo dos Jornalistas. O segundo é administrado pela professora Ayne Salviano.
Confira:
Angélica Neri Cristiano Morato Luis Eduardo Dandara Fuhrmann Carol Ferretti
“Por enquanto, sou [o repórter] das injustiças sociais”
Caco Barcellos, o repórter das injustiças sociais, como ele mesmo se define, foi destaque no encerramento da 10ª Secomt (Semana de Comunicação Toledo), em Araçatuba.
O palestrante tem, por excelência, uma postura equilibrada, entre o jornalista e o cidadão-comum. Atento ao que lhe rodeia, demonstra sensibilidade, sem perder o profissionalismo. Sabe transmitir valores, compartilhar experiências, provocar reflexões e despertar interesses.
No programa “Profissão Repórter”, da Rede Globo, Caco convive com jovens jornalistas. Enfrenta vários desafios e uma missão: mostrar a notícia com diferentes ângulos. Um formato ousado e atrativo, que lhe rende méritos.
Caco Barcellos também é referência em jornalismo investigativo, destacando-se, principalmente, em apurações sobre o tráfico e a violência. Não só em trabalhos televisivos, mas também em livros que conquistaram sucesso no meio jornalístico, como “Rota 66” e “Abusado”.
O primeiro tem a premissa de envolver o leitor em uma situação real, mas pouco explorada pela mídia: conflitos entre policiais e jovens da periferia, sob a ótica das vítimas. O segundo evidencia o universo das drogas e os protagonistas do tráfico, até então desconhecidos pela sociedade.
Durante a palestra, o jornalista apresentou duas reportagens. Além de falar sobre a produção e consequente repercussão, Caco Barcellos comentou sobre direcionamentos, personagens, mercado de trabalho e como empreender na área - a possibilidade de dar a volta por cima.
Para o profissional, o olhar diferenciado e crítico, a apuração responsável e o compromisso com as fontes são ferramentas indispensáveis na prática jornalística. Dentre seus ideais estão a defesa dos menos favorecidos e o respeito ao próximo. “Quando o país deixar de ser injusto, eu vou ser o repórter das justiças sociais. Por enquanto, sou das injustiças sociais”, afirma.
O jornalista, que já foi taxista, não nasceu em “berço de ouro”. Aos 12 anos vendeu passes escolares, depois ajudou na venda de frutas e verduras. Mais tarde enfrentou uma carriola, juntando vidros e ossos.
As palavras bem colocadas, a tranquilidade, o sorriso sereno de Caco Barcellos e a facilidade de compartilhar experiências não surpreendem. São peculiaridades dignas de quem, “por sorte”, venceu os obstáculos, e, com coragem, aprendeu a contar histórias.
Jornalismo Investigativo
Caco Barcellos cita que teve dificuldades para introduzir a prática do jornalismo investigativo na TV. Era um trabalho incomum. “Fui contra tudo e contra todos, forçando barras para investigar histórias de longo curso. No começo, tinha grandes resistências, mas depois gostaram, porque impressionava muito”.
Quais são as maiores deficiências do jornalismo atual? Temos conteúdos que nos deixam de boca aberta, mas que não têm relevância. São conteúdos que somente visam a audiência. É preciso que os profissionais tenham o desejo de fazer a diferença. Os jornalistas devem ouvir os vários lados e saber contextualizar.
Qual a diferença entre a investigação feita pelo jornalista Tim Lopes e a sua? São métodos diferentes. O Tim usava uma câmera escondida e não se apresentava como jornalista. Eu, ao contrário, raramente uso uma câmera escondida. Eu sempre me apresento, faço questão de mostrar que tenho uma câmera. Sou repórter, assumo integralmente, na frente do acusado. Acho muito importante também o trabalho que ele fazia, mas são situações diferentes. [...] No meu jeito, às vezes, corremos o mesmo risco. Uma cobertura de tiroteio em uma favela, uma rebelião, uma guerra, terremoto, enfim, nas catástrofes da natureza, é inevitável. Com câmera escondida ou não, a avalanche passa por cima de você, se não tiver no lugar certo, na hora certa.
A possibilidade de empreender é um dos assuntos da palestra. Como o empreendedorismo pode ser inserido no jornalismo? Há características do bom empreendedor, segundo especialistas, que você pode detectar também na nossa função. Um repórter que trabalha com luz própria, um cara inquieto. Às vezes, diante de uma dificuldade, ele inventa situações para sair dela. É uma pessoa permanentemente focada na sua meta, não abre mão dela. A persistência é uma característica importante do empreendedor, a criação, a autodeterminação, e, sobretudo, a inquietude intelectual.
Tanto no livro “Rota 66”, quanto no “Abusado”, você registrou informações que até então foram poupadas por outros profissionais. Qual foi a reação do público, e até mesmo das fontes? Não foi surpresa constatar que as pessoas acharam aquilo inédito, diferente de tudo que se costuma ler, assistir e acompanhar pela imprensa de um modo geral. Justamente por isso que eu quis fazer esses livros. Havia uma temática muito importante para a vida de muita gente, que era pouco abordada. No caso do “Abusado”, meu último livro, que lida com o universo das drogas, eu tinha essa convicção porque trabalhei muito tempo na cobertura desse assunto. Os protagonistas do tráfico eram desconhecidos da sociedade, porque a imprensa costuma cobrir esses eventos a partir do olhar de quem não estava envolvido: é o olhar da polícia, é o olhar da classe média, alta, das áreas mais nobres da cidade, e jamais o olhar do morro. Por isso eu quis fazer esse livro no morro, pra ter o olhar deles sobre esse problema. Claro que surpreende, porque as pessoas não tinham isso na cobertura cotidiana. Eu achava que era um grande motivo pra fazer o livro. Ora, se tanta gente não sabe dessa história aqui, vou aproveitar para contá-la. No “Rota”, da mesma maneira. Ali trata dos conflitos entre a Polícia Militar, Civil e jovens pobres da periferia, que sempre são abordados sobre a ótica da polícia, e nunca sobre a ótica do jovem, da família do jovem que é morto. Então eu quis tratar esse tema na ótica da vítima.
Quais são as suas dicas para que os jovens jornalistas não caiam em armadilhas e não publiquem informações falsas? Trabalhar, trabalhar e trabalhar muito. Checar, checar e checar. Nada contra dossiê, mas dossiê através dos outros: que interesse ele tem ao fazer aquele dossiê? Que partido ele quer defender? Qual é o interesse da empresa que está atrás daquilo? Se não quiser perder tempo em apurar a origem da fonte, cheque se o dossiê é verdadeiro, vá atrás das histórias.
Caco Barcellos concede entrevista à imprensa - confira outros destaques:
Ontem (31), circulou no país a última edição impressa do Jornal do Brasil. Agora, o conteúdo será totalmente digital e poderá ser acessado mediante assinatura.
Trata-se de uma nova fase para muitos profissionais e um grande marco no Jornalismo. Se o resultado será positivo ou não, só o tempo dirá.
Eu gostaria de escrever algo sobre essa mudança, baseado no conhecimento que tenho da história desse veículo de comunicação. Mas, por falta de tempo, reproduzo aqui o texto retirado do portal do O Estado de São Paulo.
'Jornal do Brasil' circula em papel pela última vez
AE - Agência Estado
31 de agosto, às 11h52
Circula hoje pela última vez a edição impressa do Jornal do Brasil, fundado há 119 anos, no Rio de Janeiro. De agora em diante, o JB terá apenas a versão na internet, um recurso para superar os problemas financeiros da empresa. O passivo acumulado chega a R$ 800 milhões, em dívidas trabalhistas e fiscais.
A crise financeira se agravou na década de 90 até que, em 2001, a família Nascimento Brito arrendou a marca JB para a Docasnet, empresa de Nelson Tanure. No ano passado, outra marca de jornal arrendada pelo empresário, a Gazeta Mercantil, também deixou de circular.
Na sua página na internet, o JB - que chegou a tirar 230 mil exemplares aos domingos no fim dos anos 60 - lista 50 pontos sobre a nova fase do jornal. Num deles, se vangloria de ser o primeiro jornal 100% digital, garante que 150 pessoas estarão envolvidas no processo digital e que "o Jornal do Brasil está caminhando para uma nova e melhor fase". Mas, na Redação, o clima era de luto. Dos 50 jornalistas que trabalham na casa, só 10 devem ficar na versão digital. Procurado pela reportagem, o empresário Nélson Tanure não quis falar.
Pedro Grossi, que presidia o jornal, foi contra a decisão de acabar com o jornal em papel. "Não posso avaliar nem fazer juízo sobre a opinião do dono. Ele acha que o tecnológico será mais lucrativo", lamentou. Segundo Grossi, o jornal estava com tiragem de 30 mil exemplares (desde 2008, o JB não era auditado pelo Instituto Verificador de Circulação, IVC). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Agora é com você, amigo internauta que visita o Pensamento, fatos e relatos...: você acredita que o fim do jornal impresso está próximo?
Sempre gostei muito de telejornalismo. Não me canso em dizer o quanto a TV me fascina. Trata-se de uma área em que eu tenho desejo em me especializar e atuar.
Termino o curso de Jornalismo neste ano. Portanto, esta seria a última oportunidade de trabalhar na TV Toledo (TV universitária) durante a Expô de Araçatuba. Pra quem não sabe, o Centro Universitário Toledo mantém um estande nessa festa agropecuária e lá os alunos de jornalismo realizam a cobertura jornalística das atividades.
Decidi aceitar o desafio! Tirei alguns dias de férias no trabalho e me dediquei à TV Toledo.
Éramos uma grande equipe entre profissionais e futuros jornalistas. A equipe da Rádio Toledo produziu durante as onze noites de festa áudios interessantes - músicas, informações e entrevistas; os alunos que fazem estágio na assessoria de imprensa ficaram responsáveis pelas fotos e atualização do portal, coluna da Folha da Região, além dos textos que integraram os informativos distribuídos no estande.
A equipe da TV Toledo, formada pela professora responsável pelo laboratório de TV do Unitoledo, Melissa Moura; o técnico Lucas Luando; os estagiários Diogo Pace Valverde e Rony Menezes, ganhou novas companheiras de trabalho durante esse período: eu, Francine Serrador e Gabriela Mazzo, atuando na produção, apresentação e reportagem.
Nossa função era produzir o conteúdo audiovisual a ser veiculado na Band/interior e no site da instituição. Entrevistamos autoridades de Araçatuba que passaram pelo estande, profissionais do Unitoledo e todos os artistas que compareceram à Expô 2010. Foi uma experiência muito bacana!
Algumas pessoas da família e amigos acompanharam minhas participações na Band. Fiquei surpresa quando logo nos primeiros dias um dos seguranças do recinto me chamou pelo nome e disse que havia me visto na televisão. Legal demais... o nosso trabalho estava sendo prestigiado!
Fizemos um sorteio entre eu, Francine, Gabriela e Rony para estabelecer quem entrevistaria os cantores que se apresentariam na Expô. Fui escalada para ir ao camarim de Luan Santana, Régis Danese e Banda Hori. O grupo Alma Serrana visitou o estande do Unitoledo a pedido do nosso companheiro de trabalho Rony Menezes.
Foram várias surpresas e emoções. Garanto que os onze dias da Expô 2010 de Araçatuba ficarão na memória...
Quero agradecer às futuras jornalistas Amanda, Bárbara e Bia, e à futura advogada (e ainda acredito que também será jornalista) Carla, por me receber na casa delas e me aguentar durante esse período.
Um agradecimento a toda minha família e amigos, que acompanharam os programas veiculados na Band e disponíveis na internet. Palavras de coragem e fortalecimento, mesmo à distância, fizeram-me acreditar ainda mais nos meus sonhos. Sim, tudo é possível!
Agradeço também aos meus companheiros de trabalho da TV Toledo. Aprendemos muito juntos, sem dúvidas, momentos preciosos.
Um abraço carinhoso à minha amiga-irmã Tamyris Araujo, que se preocupou demais comigo durante esse período de aventura e aprendizado. Eu tinha uma missão todos os dias, assim que eu chegava à casa da Amanda, Barbara, Bia e Carla: informar que estava tudo bem. Obrigada, maninha, pelo carinho!
À professora e amiga Melissa Moura, responsável pela TV Toledo, quero também ressaltar minha eterna gratidão. Pessoa que desde os primeiros dias de aula me incentiva a ir em busca dos meus sonhos. Admiro muito o seu profissionalismo.
Ao reitor do Centro Universitário Toledo, Bruno Toledo, e pró-reitores Silvia e Sérgio, pela oportunidade e confiança.
Agradeço ainda à coordenadora Karenine Miracelly Rocha da Cunha, a quem dedico grande consideração e respeito.
Para concluir esse pequeno relato, tenho o dever de destacar que Deus é o responsável por todas essas alegrias. Confio muito no Senhor e creio que todas as maravilhas que têm acontecido é obra Dele - desde as pessoas que têm participado da minha vida às oportunidades que têm surgido. Ele provê todas as coisas... o meu presente e o meu futuro estão nas mãos Dele!
Os vídeos produzidos pela TV Toledo podem ser visualizados no site (clique aqui).
Confira algumas fotos:
Com Karenine, Gabi e Toledinho
Com Régis Danese
Com Jorge (da dupla Jorge e Mateus)
Com o prefeito de Araçatuba Cido Sério
TV Toledo
Parte da equipe da TV Toledo
TV Toledo e TV Bandeirantes
Repórteres da TV Toledo e Karenine
Ambiente de trabalho
Com Melissa Moura
Com Luan Santana
Galera da imprensa esperando a coletiva
Com a Banda Hori
Equipe TV Toledo com o reitor e pró-reitor do Unitoledo