“A prática da reportagem”, de Ricardo Kotscho, é uma obra integrante da Série Fundamentos, da editora Ática, está na sua 4ª edição, 2ª impressão e possui 80 páginas distribuídas em 8 capítulos. O prefácio do livro é de Clóvis Rossi, jornalista da Folha de São Paulo.
Na obra, o autor aborda desde o início de um trabalho jornalístico até as várias vertentes das reportagens, enumerando elementos que estão presentes na rotina da profissão e fornecendo dicas para a conquista de melhores resultados. Ao mesmo tempo em que Kotscho expõe seus conceitos, suas reportagens são utilizadas como forma de embasamento prático.
Ricardo Kotscho tem a preocupação de ser objetivo e direto em seu livro, transmitindo muitas informações. Cria-se, explicitamente, um pequeno manual de auto-ajuda para os iniciantes da profissão.
“A prática da reportagem” é destinado a todos aqueles que possuem o desejo de conhecer mais profundamente o mundo vivenciado pelo jornalista.
28 setembro 2008
18 setembro 2008
A loucura continua...
Olá, amigos!
Quanto tempooo! Mais de um mês sem atualizar a página! :(
Sinto falta de um tempinho dedicado ao blog, viu!?
Mas, infelizmente, a situação está complicada...
Peço perdão a todos os visitantes do "Pensamentos, fatos e relatos...", sei que estou devendo...
Quero compartilhar com vocês um texto que escrevi sobre a "Era do Rádio", conteúdo visto na disciplina de História durante este semestre.
Grande abraço...
O RÁDIO que um dia foi...
Quando se fala em “rádio”, não há dúvidas de que todos assimilam o seu significado e reconhecem o importante papel que ele desempenha na sociedade, porém, há alguns anos, o rádio era o veículo de comunicação mais prestigiado no país e vivia um período de impacto na História.
A primeira demonstração pública da transmissão radiofônica no Brasil aconteceu em 1922, durante a Exposição Nacional, e a novidade repercutiu positivamente. Via-se, naquele momento, a oportunidade de elevar o nível cultural dos cidadãos.
Embora fossem somente pessoas de alto poder aquisitivo que tinham acesso ao rádio naquela época, tendo em vista que eram aparelhos importados e caros, esse veículo de comunicação ganhou força com o passar dos anos.
Em 1929, o hábito de ouvir rádio se consolidava e a quantidade de aparelhos em São Paulo alcançava a marca de 60 mil. Na década de 30, o rádio se popularizou e surgiram as chamadas “rádios comerciais”. A finalidade lucrativa gerou muitas críticas, pois o desejo dos intelectuais de desenvolver uma programação voltada à cultura e educação estava ameaçado.
A idéia que se tem atualmente do “4º poder” gerado pela mídia já era visto naquele período. A História registra a utilização do rádio para repreensão política, como a que foi aplicada no governo de Getúlio Vargas, durante a Ditadura. Naquela ocasião predominou a censura, e programações com fins políticos e ideológicos, tudo controlado pelo governo.
O poder do rádio e o seu crescimento eram vistos a cada dia. Durante a 2ª Guerra Mundial, o rádio superou todas as barreiras e mostrou o grande potencial informativo que possuía, pois ele levava as notícias à população, antecipando todo o conteúdo dos jornais impressos.
Porém, o apogeu do rádio foi nas décadas de 40 e 50, quando a História definiu esse período como “Anos Dourados”. Nessa época surgiam as radionovelas, programas de auditórios – com conteúdos musicais e humorísticos – e programas jornalísticos. Era o momento de destaque para Carmem Miranda, Francisco Alves, Marília Batista e Cauby Peixoto, denominados “artistas do rádio”. E também o grande faro jornalístico do Repórter Esso.
Com a chegada da televisão no Brasil, em 1950, o rádio perdeu muito do seu prestígio. Pode-se afirmar que os programas radiofônicos foram sucesso diante da expressiva novidade. Entretanto, o que era novidade no rádio passou a ser novidade na “telinha”. A maioria dos programas de rádio passou para a TV, e entre a voz, e a voz acompanhada da imagem, certamente o público optaria pela televisão.
Em outras palavras:
Era o “novo” sendo substituído pelo “mais novo ainda”, eis a teoria da evolução...
Quanto tempooo! Mais de um mês sem atualizar a página! :(
Sinto falta de um tempinho dedicado ao blog, viu!?
Mas, infelizmente, a situação está complicada...
Peço perdão a todos os visitantes do "Pensamentos, fatos e relatos...", sei que estou devendo...
Quero compartilhar com vocês um texto que escrevi sobre a "Era do Rádio", conteúdo visto na disciplina de História durante este semestre.
Grande abraço...
O RÁDIO que um dia foi...
Quando se fala em “rádio”, não há dúvidas de que todos assimilam o seu significado e reconhecem o importante papel que ele desempenha na sociedade, porém, há alguns anos, o rádio era o veículo de comunicação mais prestigiado no país e vivia um período de impacto na História.
A primeira demonstração pública da transmissão radiofônica no Brasil aconteceu em 1922, durante a Exposição Nacional, e a novidade repercutiu positivamente. Via-se, naquele momento, a oportunidade de elevar o nível cultural dos cidadãos.
Embora fossem somente pessoas de alto poder aquisitivo que tinham acesso ao rádio naquela época, tendo em vista que eram aparelhos importados e caros, esse veículo de comunicação ganhou força com o passar dos anos.
Em 1929, o hábito de ouvir rádio se consolidava e a quantidade de aparelhos em São Paulo alcançava a marca de 60 mil. Na década de 30, o rádio se popularizou e surgiram as chamadas “rádios comerciais”. A finalidade lucrativa gerou muitas críticas, pois o desejo dos intelectuais de desenvolver uma programação voltada à cultura e educação estava ameaçado.
A idéia que se tem atualmente do “4º poder” gerado pela mídia já era visto naquele período. A História registra a utilização do rádio para repreensão política, como a que foi aplicada no governo de Getúlio Vargas, durante a Ditadura. Naquela ocasião predominou a censura, e programações com fins políticos e ideológicos, tudo controlado pelo governo.
O poder do rádio e o seu crescimento eram vistos a cada dia. Durante a 2ª Guerra Mundial, o rádio superou todas as barreiras e mostrou o grande potencial informativo que possuía, pois ele levava as notícias à população, antecipando todo o conteúdo dos jornais impressos.
Porém, o apogeu do rádio foi nas décadas de 40 e 50, quando a História definiu esse período como “Anos Dourados”. Nessa época surgiam as radionovelas, programas de auditórios – com conteúdos musicais e humorísticos – e programas jornalísticos. Era o momento de destaque para Carmem Miranda, Francisco Alves, Marília Batista e Cauby Peixoto, denominados “artistas do rádio”. E também o grande faro jornalístico do Repórter Esso.
Com a chegada da televisão no Brasil, em 1950, o rádio perdeu muito do seu prestígio. Pode-se afirmar que os programas radiofônicos foram sucesso diante da expressiva novidade. Entretanto, o que era novidade no rádio passou a ser novidade na “telinha”. A maioria dos programas de rádio passou para a TV, e entre a voz, e a voz acompanhada da imagem, certamente o público optaria pela televisão.
Em outras palavras:
Era o “novo” sendo substituído pelo “mais novo ainda”, eis a teoria da evolução...
14 agosto 2008
Loucura! Loucura! Loucura!
Pois é, eu estava certa!
As coisas pioraram para o meu lado..rs..
Além dos livros e resenhas da disciplina de Gêneros Jornalísticos, agora tenho também que ler mais um livro por mês para Técnicas de Redação II (para fazer resenhas, resumo e fichamento) e mais cinco artigos para a disciplina de História.
Ao todo, dois livros por mês e vários trabalhos a serem entregues...
Estou quaaaaaaaaase doida, mas sei que vai dar tudo certo!
Desculpem-me por ser tão breve: é que os livros me esperam, rs.
Grande abraço.
As coisas pioraram para o meu lado..rs..
Além dos livros e resenhas da disciplina de Gêneros Jornalísticos, agora tenho também que ler mais um livro por mês para Técnicas de Redação II (para fazer resenhas, resumo e fichamento) e mais cinco artigos para a disciplina de História.
Ao todo, dois livros por mês e vários trabalhos a serem entregues...
Estou quaaaaaaaaase doida, mas sei que vai dar tudo certo!
Desculpem-me por ser tão breve: é que os livros me esperam, rs.
Grande abraço.
06 agosto 2008
E volta as aulas...
As férias passaram muito rápido, meu Deus!
Na última segunda-feira (4) matei a saudade da galera e alguns professores. De um lado muito bom, afinal, fazia 2 meses que não nos víamos. Mas por outro lado, (socorro!), recomeça a correria!
Eu queria fazer um post mais trabalhado, mas para essa semana acredito que não será possível (falta de tempo!)
Falando sobre a volta à faculdade, a primeira aula foi de Gêneros Jornalísticos e confesso que já sofri um "baque": além das atividades já programadas, também vou ter que ler obrigatoriamente um livro por mês, com entrega de resenha. (Isso só desta disciplina!)
Cada resenha entregue vale 1 ponto, diante disso, prefiro pensar: "Ah! Uma resenha por mês não é tanta coisa assim...", rs. Mas, sinceramente, pra quem levanta todos os dias às 4h30 para trabalhar e só sai do serviço às 16h30 para se arrumar e pegar o ônibus às 17h45 para Araçatuba... é complicado!
Esse é só o começo!
Vamos esperar para ver qual será o próximo presente deste semestre, rs.
Abraço!
Na última segunda-feira (4) matei a saudade da galera e alguns professores. De um lado muito bom, afinal, fazia 2 meses que não nos víamos. Mas por outro lado, (socorro!), recomeça a correria!
Eu queria fazer um post mais trabalhado, mas para essa semana acredito que não será possível (falta de tempo!)
Falando sobre a volta à faculdade, a primeira aula foi de Gêneros Jornalísticos e confesso que já sofri um "baque": além das atividades já programadas, também vou ter que ler obrigatoriamente um livro por mês, com entrega de resenha. (Isso só desta disciplina!)
Cada resenha entregue vale 1 ponto, diante disso, prefiro pensar: "Ah! Uma resenha por mês não é tanta coisa assim...", rs. Mas, sinceramente, pra quem levanta todos os dias às 4h30 para trabalhar e só sai do serviço às 16h30 para se arrumar e pegar o ônibus às 17h45 para Araçatuba... é complicado!
Esse é só o começo!
Vamos esperar para ver qual será o próximo presente deste semestre, rs.
Abraço!
26 julho 2008
Reflita...
"Poucos são os que ao se deitar ousariam dirigir-se a Deus assim:
'Senhor, trata-me amanhã como tratei os outros hoje!'
'Senhor, trata-me amanhã como tratei os outros hoje!'
19 julho 2008
Um pouco atrasado, mas ainda em tempo!
Durante a elaboração do informativo “Como?”, citado no post anterior, uma situação (até bacana!) me pegou de surpresa...
Enquanto eu observava o Marcos Elia diagramar minha matéria para a segunda edição, chega a Karenine, (nossa coordenadora e quem estava nos supervisionando na elaboração) vem ao meu lado, e diz:
- Vamos ali bater um papo com o pessoal da Record?
Antes que eu respondesse algo, percebi que ela já me encaminhava para o estúdio da TV Toledo. Pensei: Bom, tudo bem. Mas... Papo, que papo? rs.
Quando cheguei ao local, vi quatro cadeiras: por sinal, arrumadinhas. Falaram para eu sentar. Sentei. Ao meu lado estava o Anderson, depois chegou a Rayane e a Marília, todos do 6º semestre, e eu, do 4º.
Percebi que ninguém sabia de nada. Estava até engraçado.
Um dizia “O que é isso?”, o outro, “É, porque estamos aqui?” e por aí foi...
Um dizia “O que é isso?”, o outro, “É, porque estamos aqui?” e por aí foi...
Em poucos minutos chegaram eles: Paula Moraes e Gustavo Marques, da Rede Record – Rio Preto. Sentaram nas cadeiras que estavam a nossa frente.
Nesse instante, olhei pra trás e vi a professora Melissa, responsável pela TV Toledo, e perguntei baixinho:
- O que é isso?
Ela simplesmente me respondeu:
- Vocês vão participar de uma coletiva
Acho que deu pra imaginar o conjunto de “gruup”, né?!
(Todos engoliram seco! rss)
(Todos engoliram seco! rss)

Apesar do susto, posso dizer que saímos bem...
Paula Moraes e Gustavo Marques deram dicas de como se comportar na televisão, comentaram sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão (detalhe a ser decidido no início do segundo semestre deste ano), falaram sobre o risco que vários profissionais correm ao trabalhar em uma reportagem investigativa, e ainda, a ligação da publicidade e a informação, presente na maioria dos programas jornalísticos (...)
É. Foi uma experiência bacana!Valeu a pena...
12 julho 2008
Motorista x bebida alcoólica
Angélica Neri
4º Semestre de Jornalismo
(*) Texto publicado no "COMO?" - Informativo produzido pelos alunos de Comunicação Social e Design em Moda do Unitoledo. Edição que circulou na quarta-feira (9) durante a Expô de Araçatuba.
Lei Seca determina mudanças de comportamento
Os motoristas que pretendem ingerir bebida alcoólica terão que ir embora a pé da 49ª Exposição Agropecuária de Araçatuba. De acordo com a Lei 11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, os condutores estão proibidos de consumir o álcool em uma quantidade igual ou superior a 0,1 mg/l, o que equivale a um copo de chope. A medida entrou em vigor no dia 20 de junho e prevê a redução do número de acidentes de trânsito.
Segundo a chamada “Lei Seca”, o motorista que for flagrado com quantidade superior de álcool no sangue do que é permitido será multado no valor de R$ 955, por infração gravíssima, e ainda terá sua carteira de habilitação apreendida por um ano. Se a quantidade ingerida for acima de 0,3 mg/l, além de perder a permissão para dirigir, ser multado e ter o carro apreendido, o motorista será preso em flagrante e responderá criminalmente a uma pena de seis meses a três anos de detenção, podendo ser liberado sob pagamento de fiança. A Lei determina também que o motorista que provocar um acidente depois de ingerir bebida alcoólica responderá por crime doloso (quando a pessoa tem a intenção de matar).
O auxiliar de escritório Anísio Melo acredita que a iniciativa em se desenvolver leis para a redução dos acidentes por conseqüência do álcool é válida, porém muito rigorosa. “A quantidade permitida é muito pequena e isso acaba não agradando quem bebe”, comenta.
O DJ André Luiz Viana afirma que tem consciência da importância da nova lei e, por isso, quando bebe, não dirige. “Hoje eu estou bebendo, mas não vou dirigir”, relata
De acordo com a Polícia Militar, a fiscalização está sendo feita em toda a cidade. Até o momento foram registrados 10 casos de motoristas que foram flagrados com o índice de álcool no sangue superior a 0,1 mg/l. Entre eles, dois durante a Expô. “Estamos aguardando o bafômetro e dentro de 30 dias estará a nossa disposição. Por enquanto, estamos trabalhando com exame de sangue ou o exame clínico”, revelam os policiais.
Depois de constatado o álcool no organismo do condutor e determinadas as respectivas punições, o motorista que não concordar poderá recorrer. As instituições que respondem pelas ocorrências municipais são o Detran (Departamento de Trânsito) e Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito), nas rodovias estaduais é o DER (Departamento de Estradas e Rodagem), e nas federais, o Conselho Nacional de Trânsito.
4º Semestre de Jornalismo
(*) Texto publicado no "COMO?" - Informativo produzido pelos alunos de Comunicação Social e Design em Moda do Unitoledo. Edição que circulou na quarta-feira (9) durante a Expô de Araçatuba.
Lei Seca determina mudanças de comportamento
Os motoristas que pretendem ingerir bebida alcoólica terão que ir embora a pé da 49ª Exposição Agropecuária de Araçatuba. De acordo com a Lei 11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, os condutores estão proibidos de consumir o álcool em uma quantidade igual ou superior a 0,1 mg/l, o que equivale a um copo de chope. A medida entrou em vigor no dia 20 de junho e prevê a redução do número de acidentes de trânsito.
Segundo a chamada “Lei Seca”, o motorista que for flagrado com quantidade superior de álcool no sangue do que é permitido será multado no valor de R$ 955, por infração gravíssima, e ainda terá sua carteira de habilitação apreendida por um ano. Se a quantidade ingerida for acima de 0,3 mg/l, além de perder a permissão para dirigir, ser multado e ter o carro apreendido, o motorista será preso em flagrante e responderá criminalmente a uma pena de seis meses a três anos de detenção, podendo ser liberado sob pagamento de fiança. A Lei determina também que o motorista que provocar um acidente depois de ingerir bebida alcoólica responderá por crime doloso (quando a pessoa tem a intenção de matar).
O auxiliar de escritório Anísio Melo acredita que a iniciativa em se desenvolver leis para a redução dos acidentes por conseqüência do álcool é válida, porém muito rigorosa. “A quantidade permitida é muito pequena e isso acaba não agradando quem bebe”, comenta.
O DJ André Luiz Viana afirma que tem consciência da importância da nova lei e, por isso, quando bebe, não dirige. “Hoje eu estou bebendo, mas não vou dirigir”, relata
De acordo com a Polícia Militar, a fiscalização está sendo feita em toda a cidade. Até o momento foram registrados 10 casos de motoristas que foram flagrados com o índice de álcool no sangue superior a 0,1 mg/l. Entre eles, dois durante a Expô. “Estamos aguardando o bafômetro e dentro de 30 dias estará a nossa disposição. Por enquanto, estamos trabalhando com exame de sangue ou o exame clínico”, revelam os policiais.
Depois de constatado o álcool no organismo do condutor e determinadas as respectivas punições, o motorista que não concordar poderá recorrer. As instituições que respondem pelas ocorrências municipais são o Detran (Departamento de Trânsito) e Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito), nas rodovias estaduais é o DER (Departamento de Estradas e Rodagem), e nas federais, o Conselho Nacional de Trânsito.
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